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EU OBJETO II

Publicado: maio 25, 2013 em Contos eróticos, Fetiches

2001[1] Assim que cheguei em casa, completamente sem forças e machucada, o Renato me esperava na frente da casa, acho que pelo meu estado, as roupas rasgadas, e o cheiro forte de porra ele sacou o que tinha acontecido, sua primeira reação foi de indignação e cuidados; imaginando um estupro ou algo do gênero queria que fossemos até a delegacia, porém diante de minha inércia, logo todas as suas incertezas foram desfeitas pela satisfação que eu não conseguia esconder, veio a certeza! Nesse momento caiu a ficha, ele enfiou a mão por baixo do que tinha sobrado do meu vestido, e sentiu meu cu todo arregaçado, ainda babando a porra dos policiais…
Renato saiu de cabeça baixa, antes disse algumas palavras: “ Você é bem mais vadia do que pensei!!!”. Ele não estava errado, meu desejo incontrolável de me sentir usada por um macho qualquer, de maneira suja e sem escrúpulos, tinha feito do estupro que eu havia acabado de sofrer, uma coisa maravilhosa, eu me sentia orgulhosa por ter sido usado por três policiais ao mesmo tempo, por ter sentido o cacetete de um deles rasgar meu anus, enquanto o outro socava forte na minha buceta, e o outro me batia e urinava na minha cara! Agora o Renato sabia quem eu realmente era, nosso casinho medíocre tinha chegado ao fim, minha noite não poderia ter terminado melhor.
Nos dias seguintes senti muita dificuldade para comer e mesmo evacuar, procurei um medico de minha confiança e relatei sobre o estupro, e o objeto introduzido no anus, as dores que agora sentia no abdômen e intestino… Fizemos exames, mas estava tudo certo, nada que alguns banhos de assento e uma dieta de fibras não resolvesse. Devo confessar que a satisfação de estar naquela situação era bem maior que as dores. Foram duas semanas usando somente calça jeans para esconder as bordoadas que tinha levado nas pernas, e os arranhões na altura do quadril, mas tinha deixado também o gostinho de quero mais.
O Renato aparecia em casa nos momentos em que eu estava no trabalho ou na faculdade, era evidente que estava me evitando, eu pouco importava, meu desejo de ser somente objeto de perversão e desejo aumentavam.
Completamente refeita voltei a sair nas noites, freqüentar barzinhos, e festas particulares, nessas ocasiões não conseguia mais do que uma ou outra transa, nada que satisfizesse meus desejos. Passei então a freqüentar nos finais de semana esquinas que serviam como ponto de prostituição na cidade, ficava me oferecendo e vezes ou outra quando tinha sorte apareciam programas com dois ou mais caras ao mesmo tempo. Fiquei assim por três meses, até passar a sair para minha vida noturna quase todos os dias. Não conseguia mais dormir ou me alimentar direito, comecei a emagrecer, até perceber exausta que não conseguia conciliar, trabalho, estudos e a prostituição; tranquei o curso de administração de empresa, e resolvi sair do trabalho.
Foi nessa ocasião que conheci Guilherme. Naquela noite ele estava com mais três homens no carro, parou e pediu informação, logo em seguida perguntou se eu não topava fazer um programa diferente com seus dois amigos, eram dois homens americanos de meia idade. Aceitei. Seguimos calados para a suíte de um luxuoso hotel da cidade; uma vez já dentro do imenso quarto, Guilherme pediu que eu tomasse um banho e voltasse despida, não questionei nada e apenas obedeci, saindo do banho fui surpreendida por Guilherme com uma jóia de rubi em suas mãos, ao demonstrar a intenção de colocar em meu pescoço, percebi que tratava-se de uma coleira, consenti e instintivamente fiquei de quatro enquanto ele caminhando lentamente me conduzia para a sala… Eu estava assustada, entretanto excitadíssima com a situação, voltei à sala como uma cachorra conduzida por seu dono! Na sala Guilherme seguiu em direção a um dos americanos que estava sentado, este tirou o cacete para fora, Guilherme com voz firme pediu que eu apoiasse as patas no colo de seu convidado e o mamasse como uma boa cachorra, Guilherme se afastou, enquanto o segundo americano se aproximava, esse se colocou atrás de mim, forçando o cacete na minha bunda, eu estava chupando um enquanto o outro metia na minha bunda, comecei a rebolar e gemer de tesão, nesse momento o americano me segurando pela cintura deitou-me por cima de si, sem tirar o cacete de dentro da minha bunda, apenas ajustando os movimentos, o outro veio por cima, e passou a meter na minha buceta, sentir dois cacetes me fodendo me levava ao delírio, tive orgasmos múltiplos que escorriam por minha buceta e se misturava com a porra do americano que começava a vazar pelas bordas do meu cu. Ficamos assim por cerca de quarenta minutos.
Novamente de quatro o americano pediu que eu chupasse seu pinto envolto em porra e fezes, abocanhei o cacete que ainda estava duro feito uma rocha. Ele passou a fuder minha boca com força, enquanto segurava firme em minha cabeça e repetia “suck dirty bitch”, as palavras repetidas em inglês, e força com que pressionava minha cabeça contra o próprio corpo, fez com que meus olhos procurasse por Guilherme na sala, ele encontrava-se sentado com seu amigo em um sofá branco de couro bem a nossa frente, ambos com o cacete nas mãos pareciam se divertir com a situação. Fez apenas um sinal de consentimento com a cabeça, eu então continuei, até sentir a porra quente descendo garganta abaixo.
O outro americano então se aproximou e fez sinal para que eu ficasse em pé, virada para a parede, senti quando ele colocou o pinto na minha bunda repetindo quase as mesmas palavras do outro “ takes dirty bitch ” , mesmo já sentindo os primeiros sinais de cansaço, rebolava e gemia baixinho, ate sentir a porra quente escorrer pelas pernas.
Guilherme então se aproximou e fez sinal para que eu me retirasse, sai da sala triunfante como uma deusa.

A doce Joana

Publicado: abril 29, 2013 em Contos eróticos, Heterossexuais

A doce Joana

A doce Joana

 

Bom, antes de começar esse relato quero garantir para vocês que sou um sujeito normal, casado, tenho uma filha pequena, esposa, e estou em dia com meus impostos kkkkkk. Moramos os três em uma  cidade no interior de Minas , enquanto meus pais moram um pouco mais afastados, na zona rural. É, um lugar meio precário, distante de tudo, por isso é até raro o contato que minha esposa e filha tem com os meus pais, mesmo assim, sempre que precisam de alguma coisa e eles necessitam vir até a cidade,  ficam hospedados na minha casa, trazendo consigo uma moça,   que está com eles há uns três anos, desde que seu pai um ex caseiro abandonou as terras, juntou a família e sumiu pelo mundo, deixando Joana para trás..

O  fato que vou contar para vocês ocorreu tem uns dois anos, foi quando  minha mãe a  precisou fazer um  tratamento médico, e  ficou  alguns dias hospedada em minha casa, até ai tudo bem, porém ela trouxe a Joana com ela,  na época a jovem devia ter seus 19, 20 anos, e apesar da baixa estatura, tinha um corpo muito bonito, pernas torneadas, cabelos longos, rosto fino, não falava muito,  aparentava ser muito tímida, um bicho do mato mesmo, porém quando menos eu esperava, ela começou a me provocar! Eu chegava do trabalho,  sentava no sofá, a menina logo dava um jeito de ficar passando na frente da TV com um vestidinho micro, numa das vezes, cheguei a pensar que a danada estivesse sem a peça intima por baixo, porem preferi fazer de conta que nada acontecia; eu estava começando a ficar confuso, pela maneira como a Joana se oferecia para mim,  em outras palavras eu tentava não ficar sozinho com a diaba, tinha medo de entrar em seu joguinho e minha esposa  imaginar que estivesse acontecendo algo…

Certo dia não agüentei, foi num sábado, fui trabalhar, e propositalmente acabei voltando antes para casa, sabendo que minha esposa levaria minha mãe para visitar umas comadres e a jovem ficaria sozinha, não tive duvidas, cheguei e  fui direto pro banheiro,  deixei  a porta apenas  encostada, cerca de um minuto depois ela entrou, meu pau já estava duro feito uma rocha, levantei o vestidinho da safada e  meti sem dó naquele cu apertadinho, ela tentou reagir, segurei em suas ancas, e ai sim meti gostoso, até ouvir o barulho do meu corpo batendo contra aquela bunda gulosa. Ela  parou de se debater e começou  as gemer baixinho, gozei muito naquele cu, depois fiz ela limpar meu pau! Ordenei que tirasse o vestido e tomasse banho comigo, ela bem quietinha obedeceu,  a sós debaixo do chuveiro eu me deliciava com aquela boca quente no meu pau.

Tentei ficar com ela outras vezes,  não consegui, apesar de ela  continuar se  insinuando para mim quando não tinha ninguém por perto, e isso me deixava excitadíssimo porque  parecia que ela não ficava sem pica,  mas o medo de comprometer meu casamento me fazia parar… Numa quarta-feira de madrugada minha mãe foi internada as pressas com pressão alta, liguei imediatamente para avisar meu pai, e decidimos que o melhor era ele vir para minha casa, e acompanhar tudo de perto, era mês de dezembro, muito quente, principalmente aqui em nossa região, porem naquele dia mesmo por volta do meio dia eu estava viajando para trazer meu pai, muito nervoso,  minha esposa sugeriu  que Joana fosse comigo para trazer alguns pertences da minha mãe e ajudar meu pai com as malas,  ela não retornaria pois ficaria cuidando do sitio. Aquelas 5 horas de viagem haviam se transformado numa eternidade, acabei pegando uma estradinha de terra sem pensar no perigo, ao meu lado a doce Joana, apesar da dor que sentia naquele momento, não consegui evitar que o desejo tomasse conta de mim, parei o carro, abri o zíper da calça, coloquei o pau latejando para fora e pedi que ela mamasse gostoso, igual uma cachorrinha ordinária que ela era, depois mandei  que arriasse a calça e sentasse no meu pau, qual não foi minha surpresa ao perceber que Joana nunca tinha levado  pica na bucetinha, tentei ser cuidadoso mas não teve jeito, eu bombava firme, enquanto ela chorava e pedia que eu parasse, quando senti que estava prestes a gozar, tirei da bucetinha e enfiei no cu, ali gozei muito e gostoso, me senti aliviado, ela com os lábios vermelhos e os olhos ainda molhados de lagrimas parecia ter se divertido também, procurei iniciar algum assunto, saber se tinha namorado, alguém com quem mantivesse relações, mas foi inútil, Joana adormeceu, e dormiu boa parte da viagem, quando estávamos chegando fizemos mais uma parada, descemos, deitei ela sob o capo do carro, e comi mais uma vez aquela bucetinha carnuda desvirginada , e gozei no cuzinho dilatado ainda cheio da minha porra. Chegando no sitio do meu pai, encontrei ele um pouco abatido, conversamos  enquanto  Joana preparava um  café, e decidimos que partiríamos naquele dia mesmo. Não consegui disfarçar a surpresa quando Joana entrou na sala com um vestidinho micro, sem sutiã ou calcinha, parecia completamente refeita da viagem, meu pai pediu que ela debruçasse sobre o  sofá, e  para meu espanto o velho enfiou a mão na bunda  da Joana, olhou para minha cara e com um largo sorriso, disse que eu havia descoberto o segredinho de Joana, tentei protestar mas era inútil negar que eu tinha me deliciado daquele cu a poucos minutos. Levantei e fui tomar um banho, deixei que meu pai se entendesse com sua mucama.

Eu Objeto

Publicado: março 16, 2013 em Contos eróticos, Fetiches

Desde muito jovem ao começar as primeiras descobertas com relação a sexo, me agradava  a ideia de me sentir usada, usada para fins sexuais. Isso povoava minha mente de uma forma, que na época  um primo meu recém casado foi morar lá em casa,  eu cheguei a me esconder dentro do quarto dos dois,  só para ver ele fazendo sexo anal com a esposa na hora do banho; eu achava aquilo tão primitivo, tão excitante, a cara que ela fazia por saber que ao entrar dentro do  banheiro com ele, teria o cuzinho deflorado sem dó nem piedade! Eu quietinha debaixo da cama, assistia a tudo com exagerada curiosidade e euforia, até sentir minha calcinha encharcar de tanto gozo… Esperava que saíssem do quarto, e saia  em seguida como se nada tivesse acontecido.

Comecei a namorar cedo, porem eram namoros muito curtos, essa minha busca pelo que eu idealizava como sendo sexo entre duas pessoas, não era bem entendida pelos meus namorados, eles se assustavam e milhões de outras coisas se passavam por suas cabeças e logo optavam por terminar comigo. Fiquei sozinha por algum tempo, imaginando as histórias mais malucas, e depois  desse período que durou cerca de dois ou três anos, um amigo do meu pai ficou viúvo e passou a freqüentar diariamente nossa casa, ali meus pais o consolavam e lhe davam o que comer e beber, logo ele tinha se tornado um filho mais velhos, e essa fragilidade me incomodava, eu chegava a evitar a presença dele, justamente por ver nele um homem fraco, um dependente!

Certo dia acordei de madrugada com muito calor, muito inquieta porque tinha tido mais um daqueles sonhos em que sou usada por muitos caras ao mesmo tempo, então levantei pelada para ir ao banheiro, já que toda a casa estava em silencio. Ao chegar na porta do banheiro entreaberta, ouvi o barulho que parecia ser de um homem urinando e tive a certeza de que meu pai, ou meu irmão não eram. Não pensei duas vezes  e pelada com a xoxota doendo de tanto tesão entrei dentro do banheiro e tranquei a porta. Renato ao se virar e me ver levou um tremendo susto, acho que pensou em fugir, mas na minha cabeça eu só pensava, em ser possuída sem nenhum escrupulo! Me apoiei na pia e empinei a bunda me oferecendo, ele hesitou por alguns segundos mas logo entendeu o que eu queria ali, pegou o pote de creme para cabelo, lambuzou toda a cabeça e extensão do pinto, e logo senti ele forçando o anelzinho do meu cú, ele segurava  minha cintura e dava estocadas firmes, por ser a minha primeira vez no cuzinho, pelo espelho ele via minha cara de dor e as lágrimas descendo, logo que entrou a cabeça,  ele gozou, mas continuou bombando forte, e apertando meus seios com mãos firmes, olhávamos para o espelho, eu me sentia triunfante, mordia o canto dos lábios e empurrava minha bunda contra o corpo dele,  ele ofegante, com cara de gozo e desespero como um cão faminto aproveitava ao máximo do meu cu. Com essa cena e a satisfação de me sentir usada gozei como nunca.

Sem trocarmos uma só palavra voltei para meu quarto. Dia seguinte procurei evitar ao máximo sua presença, não estava a fim de ouvir explicações ou qualquer coisa do tipo, mas não precisei fazer muito esforço porque pela manhazinha ele acordou juntou todas as suas coisas e retornou para a casa,  ficou dois dias sem dar nenhum sinal de vida, meus pais ficaram realmente preocupados, mas de minha parte a indiferença continuava sendo a mesma. Quando ele resolveu aparecer o tratei com a indiferença habitual, no entanto fiquei alerta esperando que ele desse um jeito de ficarmos a sós e ele pudesse me usar mais um pouco, no final vendo que não teria jeito, fui mexer no computador que se encontrava na sala, e na primeira oportunidade a sós ele disse que precisávamos conversar. Eu cinicamente perguntei sobre o quê? E ele veio com a historia de que estava muito arrependido pelo acontecido, que foi um minuto de fraqueza, que meus pais eram os irmãos que ele não tivera, e finalmente que eu tinha apenas 22 anos e ele 48… Ouvir toda essa conversa me deixava fastigada, sem dizer uma só palavra fui para o quarto, tirei a roupa e fiquei de quatro sobre a cama esperando que ele entrasse, e não demorou muito quando ele deu duas batidinhas de leve na porta, entrou e trancou a porta. Ao me ver naquela posição, foi logo tirando o cacete pra fora, passou cuspe na cabeça, e enfiou com força no meu cu, eu contraia meu cu no cacete dele, então ele começou com a brincadeira de tirar e colocar, eu contraria mais ainda para dificultar e ao mesmo tempo empurrava meu corpo contra o dele, logo eu estava gozando junto com ele.

Aos poucos estabelecemos uma rotina sem diálogos, caricias ou qualquer envolvimento, ele já havia percebido que tinha em mim um deposito de porra e nada mais, e aos poucos fazia com que eu desempenhasse meu papel muito bem. Passamos a fuder no corredor, no meu quarto, no banheiro, algumas vezes ele me ligava de manhazinha e pedia que fosse até sua casa, lá ele  fodia com força, duas ou três vezes, com o cuzinho arregaçado e dolorido eu nada dizia, apenas servia a ele.

Ficamos nessa situação por algum tempo, sem que meus pais desconfiassem de nada, e apesar de não ser uma exigência dele, eu pouco saia com as amigas, ou namorava, minha vida era trabalho, faculdade e casa, mas não me sentia completamente satisfeita parecia que ainda faltava algo, meu desejo de me sentir usada também por outros homens apenas aumentava. Certa noite estavamos todos em casa comemorando as bodas de meus pais, já era muito tarde e  resolvi sair sem dizer nada, apenas peguei a chave do carro, e tudo o que passava pela minha mente naquele momento era sair dali e encontrar a felicidade, passei na farmácia comprei uma caixa de camisinha e guiei até um bairro distante, parei o carro, desci e fui logo abordada por três policiais perguntando se estava tudo bem, apenas consenti com a cabeça e mordi o canto dos lábios, creio que eles perceberam o que eu realmente queria, me conduziram para o camburão e seguimos para um beco sujo a apenas alguns metros dali, pararam o carro e me fizeram descer, em seguida senti uma bordoada nas pernas e logo cai de joelhos, veio o primeiro deles e enfiou o grosso cacete na minha boca, eu logo percebi o que aconteceria ali, fiquei de quatro me oferecendo feito uma cadela no cio, o segundo veio por trás e meteu com força na minha bunda, o terceiro urinava no meu rosto, e passei a sentir o sal de sua urina também. Logo passaram a revezar o cacete no meu cu, depois completamente prostada, e engatada no cacete de um deles, senti quando começaram a forçar algo na minha bunda,  enquanto eu mamava e tentava engolir o cacete do  terceiro e mais forte deles, deduzi que era o cacetete que usavam em abordagens policiais,  o qual momentos atrás tinha descido com considerável força nas minhas pernas, procurei manter a respiração e calma, relaxei o cú o Maximo que conseguia, sentia as pregas do cu cedendo pouco a pouco, e logo estava com um cacete e o cacetete do policial fudendo com força meu cu, me chamavam de cadela suja e pediam para que eu gemesse alto, eu estava completamente alucinada e realizada por me sentir puro e simples objeto de prazer. O terceiro policial deitou de costas no chão com o cacete apontando para cima, fiquei de quatro sobre ele, um negro muito grande, sua rola grossa preenchia por completo minha xota, ainda ao sentir seu cacete entrando,  com o cacetete no cu não consegui esconder a leve dor que sentia, foi quando me senti triplamente penetrada, os dois policias se posicionaram  um de cada lado, tiraram o cacetete do meu cú, e ambos enfiaram a rola grossa num vai e vem delicioso! Não consegui me conter, senti todos os músculos do meu corpo se contraírem, e soltei um gemido alto explodindo em gozo. Os dois então retiraram o cacete do meu cu, eu quase desfalecendo de cansaço e prazer, me ajeitei em frente aos três e levei muita porra na cara. Satisfeitos com a orgia realizada, viraram as costas e me deixaram ali. Levei uns dez minutos para recobrar completamente o fôlego, o vestido que eu usava estava completamente destruído, meu carro a duas quadras dali, fui caminhando lentamente com muitas dores e com uma sensação de leveza jamais imaginada.

Eu e meu cachorro Tobby

Publicado: fevereiro 17, 2013 em Contos eróticos, Zoofilia

Oi Venus, meu nome é Marlene, tenho 47 anos e estou gostando muito de acompanhar seu blog, na verdade eu descobri por acaso no site de busca,  parabéns e continue sempre postanto.

Bem, depois de ler o conteúdo postado na categoria zoofilia, decidi deixar meu relato também, não sei se vai ser do seu interesse, mas sinta-se a vontade se quiser publica-lo! Vamos a ele.

Sou uma dona de casa. Morena, 47 anos, estatura mediana, bumbum e seios médios, olhos claros, sou casada a 22 anos, e não tivemos filhos, meu marido trabalha como representante comercial em uma empresa de alimentos, por isso está sempre viajando. Na verdade sempre foi assim, porem dos últimos anos para cá, com o aumento da concorrência, ele chega a passar dias  fora de casa, e eu me sinto muito sozinha.

Há uns 2 anos atrás meu marido foi fazer uma viagem aqui na nossa região mesmo, porém já era bem tarde, quando ele ligou dizendo que um dos colegas da empresa tinha tido um problema e ele em caráter de urgência estava no aeroporto a caminho de outro Estado para socorrer a empresa, aquilo me chateou muito, era nosso aniversário de casamento, comecei a gritar com ele pelo telefone, dizendo que ninguém viaja assim  de uma hora para outra, sem bagagem, sem avisar a família, enfim, foi o maior estresse que não adiantou de nada. Ele disse que ligaria no dia seguinte na hora do almoço.

Fiquei me sentindo péssima, eu havia feito um jantar especial, estava usando um lingerie muito bonita, tinha ido ao cabeleireiro, depilado completamente a xana , feito massagem,  tudo para agradar meu maridinho! Acabei  juntando aquele jantar delicioso e coloquei para nosso cachorro Tobby, um vira latas de porte médio que estava conoosco há sete anos,  meu marido  trouxe para casa quando este ainda era um filhote.

Assisti um pouco de Tv, tirei a lingerie, fiquei completamente nua e fui deitar, passado umas 2 horas, o Tobby começou a grunhir, raramente o cachorro se comportava desse jeito, vesti um roupão correndo e acendi as luzes e fui ver o que passava, mas o Tobby estava simplesmente deitado na porta chorando para entrar, isso me comoveu porque eu estava me sentindo tão desamparada, que acho que meu amiguinho tinha percebido a minha frustração, coloquei ele pra dentro, apaguei as luzes e voltei pro quarto. O Tobby foi atrás e subiu na cama, eu pensei em brigar com ele porque meu marido não gosta de animais na cama, mas deixei o Tobby meio que de propósito!

Passado uns 10 minutinhos, eu sinto o fucinho úmido do Tobby cheirando minha bunda, não sei como, mas ele estava  debaixo do lençol, fiquei bem quietinha para não espantá-lo, tirei o lençol, virei de barriga para cima, dobrei as pernas e fiquei esperando a reação dele. O Tobby veio me farejando até parar na minha xana depilada, ali ele ficou roçando com o fucinho, eu bem lentamente abri a xana com as mãos, e meu amiguinho começou a lamber da xana até o cuzinho, eu simplesmente fui à loucura com aquilo, abri bem as pernas, me oferecendo mesmo, até que ele começou a mamar no meu grelo que estava rígido, o dobro de tamanho, eu nunca tinha sentido tanto prazer, gemia baixinho com o cuidado de não assustar o Tobby, e deixei  que ele mamasse  a vontade,  gozei muito na boca do cachorro.  Adormeci.

Acordei pela manha, e o Tobby estava deitado no chão, nos pés da cama. Eu tive uma noite ótima, não poderia ter tido melhor companhia! Levantei fui tomar um banho, e com o corpo meio úmido resolvi voltar para cama. O Tobby  pulou em cima da cama, e veio procurar a tetinha deliciosa da cadelinha dele, abri bem as pernas, e deixei que meu amiguinho mamasse meu grelo novamente com gosto, agora eu não me continha, arregaçava a xana e gruinha igual uma cadela, gozei três vezes na boca do Tobby que bebeu todo o leitinho, depois fiquei completamente largada esperando que o Tobby mamasse o quanto quisesse.

Hora do almoço, o maridão ligou, disse para não me preocupar que em 2 dias ou menos estaria de volta, mais uma decepção, só que agora minha  cabeça estava a mil, imaginando eu  e meu cachorrinho na cama. Assim que desliguei o telefone tratei logo de ligar a um pet shop e marcar um belo banho pro Tobby, com direito a higienização da boca e dos seus caninos, retornamos pra casa e no caminho eu decidi que só iria dar leitinho pro Tobby na cama, meu medo era de ficar numa situação complicada, se na frente de outras pessoas o Tobby quisesse mamar. Em casa, deixei meu amiguinho preso a coleira para que não se sujasse, e fui cuidar dos afazeres domésticos, ele ficou comportadinho, vezes ou outra eu ia até seu canto me certificar de que estava tudo bem, a tardezinha o Tobby começou a choramingar, ouvindo aquilo fui ficando  com a xana  molhada, desejando a boca do cachorro, então tirei toda a roupa, soltei o Tobby, fui direto pra cama, deitei e escancarei a xana, e em seguida o Tobby abocanhou meu grelo em mamadas frenéticas, eu gemia igual uma cadela, fazia movimentos de vai e vem na boca do cachorro que não soltava meu grelo, gozei insandecidamente de novo, e deixei que meu cachorro se fartasse do meu leitinho, dormimos assim até de madrugada, quando eu acordei com o Tobby chorando para ir para fora. Levantamos e  fiquei observando  meu cachorrinho comer a ração, e beber água, depois ele deitou aos meus pés e eu vi a ponta do seu cacete saindo pra fora … Abaixei e comecei a acariciar sua barriga, ele deu uma esticada, e mais um pouco do cacete saiu para fora, passei a mão nos seus  ovos, senti o cacete saindo um pouco mais, daí não me contive, comecei a bater uma pro Tobby, aquilo foi fantástico, o cachorro ficou imóvel e toda sua pica úmida em minhas mãos, eu comecei com movimentos suaves de vai e vem, depois fui intensificando, abaixei mais a mão e peguei bem no talo daquela pica canina, de repente comecei a sentir algo inchando nas minhas mãos, relaxei as mãos um pouco e era o nó do cacete do Tobby a ponto de explodir, continuei punhetando gostoso, até que o Tobby teve uns espasmos e gozou  na minha mão! Eu estava completamente tremula de tesão e surpresa, fui tomar um banho pra me livrar da porra do Tobby .

Dia seguinte acordei cedinho  com o telefone tocando, meu marido estava a caminho, deixei o Tobby na coleira, e tive que pensar numa maneira de esconder minha satisfação, tentei agir o mais natural possível, meu marido chegou, e fomos direto para a cama, fudemos muito, eu adorava quando ele me pegava de quatro feito uma cadela, de repente pensei na minha safadeza com o Tobby e gozei intensamente no pau do meu marido.

Ele me questionou porque o Tobby estava na coleira, eu disse que ele estava tentando entrar em casa, eu não queria, enfim foram dois dias que eu tive meu maridinho só pra mim,   em compensação  a noite o Tobby chorava querendo entrar e meu marido ralhava com ele.  Eu evitava a proximidade com o cachorro na frente do meu marido por medo do cachorro insinuar alguma coisa, passado o fim de semana, meu marido voltou à rotina, sair cedinho e só voltar a noitinha, levantei e soltei a coleira do Tobby que foi  correndo para a cama, e lá ficou gruindo desesperadamente, eu pensei em tomar um banho pra tirar a porra do meu marido que começava a escorrer pelas minhas pernas, mas o Tobby estava tão impaciente que voltei para cama assim mesmo, mal deitei e meu cachorro começou a lamber a porra que escorria da minha xana,  assim que abri as pernas, ele abocanhou meu grelo,  de tanta felicidade alternava a longa  lingua  no meu cuzinho e xana, depois se fixava no meu grelo e mamava  deliciosamente, eu ia a loucura.

Essa história que vou contar para vocês não é recente, porém realmente aconteceu e marcou minha vida. Tudo começou quando eu completei meus 18 anos, eu sempre fui uma garota muito quieta, calma e tímida, enquanto algumas amigas já tinham tido vários namorados, experiências sexuais e até mesmo filhos! Eu estava extremamente sossegada com relação a namoro e sexo, não que me faltasse beleza, ao contrário, sou loira, olhos verdes, magra, seios e bundinha empinada, nariz fino e boca carnuda. Eu realmente parecia uma boneca. Acho que na verdade minha mãe havia me criado meio que dessa forma, como uma boneca que fica sob o móvel enfeitando o ambiente.
Morávamos eu, minha mãe e meu padrasto que me criou realmente como se eu fosse uma filha, sempre amável e me respeitando muito. Minha mãe era uma mulher jovem , ela havia engravidado na adolescência, e quando finalmente eu estava com 5 aninhos, ela conheceu o Eduardo, um advogado charmoso e rico, os anos foram se passando, eu fui crescendo, sempre estudando nos melhores colégios, frequentando a alta sociedade, aprendendo tudo o que o Eduardo tinha para me ensinar, enquanto que minha mãe parecia estar vivendo uma adolescência tardia, sempre rodeada de amigas, festas, bailes e clubes. Minha mãe estava agora com 32 anos de idade, cada vez mais distante da família, meu padrasto estava com 52 anos, nunca tinha sido um homem bonito, mas conservava um certo charme e elegância.
A situação estava ficando cada vez mais insustentável, eu havia virado muro de lamentações, todos os dias a caminho da faculdade ele reclamava da minha mãe e de seu desprezo, certo dia chegou mesmo a dizer que só não procurava uma puta pela rua porque aquilo não era do seu feitio. Eu ouvia a tudo calada, tentava não opinar sobre nada, apenas esboçava um sorrisinho. Certa noite estávamos sozinhos em casa, pois minha mãe havia saído com uma amiga, eu então resolvi ir para a sala de TV ver televisão, coisa que era muito raro de alguém fazer, pois todos os quartos da casa tinham TV’s. Chegando lá as luzes acesas e meu padrasto sentado sozinho com uma taça de vinho na mão, eu perguntei se poderia ligar a tevê e fazer-lhe companhia e fui logo deitando no sofá, foi quando ele me perguntou se estava tudo bem que virei meu rosto, e sem querer olhei entre suas pernas e vi um enorme cacetão querendo sair para fora do roupão semi aberto. Na hora dei um pulo do sofá, e corri para o quarto feito criança, eu já havia visto alguns cacetes por fotos na internet, mas aquilo tinha me pegado de surpresa! Passados alguns minutos meu padrasto foi até o quarto e novamente me perguntou se estava tudo bem, eu estava deitada de bruços vestindo um pequeno shortdoll, assim que ele entrou, era raro ele ir até meu quarto, eu ainda estava tremula, e permaneci de bruços sem mover meu corpo, ficamos em silencio por alguns minutos, e finalmente quando me viro na cama vejo meu padrasto batendo punheta. O cacete era enorme, vermelho, com as veias saltadas, a glande parecia ser maior ainda, eu nunca havia visto nada parecido, nem por fotos, era como se fosse um imenso Champion. Sentei na cama e fiquei olhando para aquilo, ele fazia movimentos suaves de vai e vem, as pernas semi arqueadas, e o roupão completamente aberto. Ele então perguntou se eu não gostaria de ajuda-lo, e se aproximou, coloquei a mão naquela coisa descomunal, e meu padrasto começou a me guiar nos movimentos. O cacete estava duro feito uma rocha, saia muito liquido, eu sentia minha xoxota piscando, os bicos dos meus seios começaram a ficar rígidos, com os movimentos de vai e vem cada vez mais acelerados a alça do shortdoll caiu sobre o meu ombro, meus seios pareciam querer pular para fora, vendo aquilo meu padrasto gozou sobre eles. Ficamos em silencio novamente, respiração ofegante. Levantei e fui tomar um banho, enquanto eu me banhava não sabia mais qual era o sentimento que nutria pelo homem que eu considerava um verdadeiro pai, comecei a massagear meu clitóris imaginado aquele cacete deformado tirando minha virgindade, e enchendo minha xoxota com gozo quente. Quando voltei para o quarto meu padrasto já estava recomposto, sentado a beira da minha cama. Então pausadamente ele começou a falar que sempre teve muita dificuldade com as mulheres, dada a deformidade em seu cacete, que as mulheres tinham medo de machucar, e que apesar de cuidadoso isso sempre acontecia, ele acabava arregaçando a buceta, e o namoro chegava ao fim! Com minha mãe tinha sido diferente, ela aos 21 anos trabalhava como faxineira em seu escritório de advocacia, e talvez para fugir da pobreza encarou aquele pinto colossal muito bem, porém nos últimos tempos a foda deles se dava a cada 3 ou 4 meses, com hora marcada para começar e terminar. Eu entendia minha mãe, deveria ser difícil encarar aquela tora, mas por outro lado eu desejava sentir aquilo, me ajoelhei diante do meu padrasto e comecei uma gulosa deliciosa tentando receber em minha boca aquele cacetão, eu mal conseguia sugar a cabeçorra, então passava a língua e beijava toda a extensão daquele cacete, me detinha nas bolas e chupava feito uma cadelinha, meu padrastro me deitou na cama e veio para cima de mim, abaixou minha calcinha e começou a passar a língua pastosa pela minha xoxota e cuzinho, ele mamava no meu grelo e alternava enfiando a língua dentro do meu cuzinho, eu me retorcia toda, e gemia baixinho, então ele passou a dar estocadas no meu cuzinho com a língua, depois colocou o dedo, eu sentia todo o meu corpo arrepiar, estava prestes a explodir a qualquer momento, comecei a rebolar naquele dedo imaginando ser o cacetão dele. A lubrificação da minha xoxota escorria até meu cuzinho, comecei a sentir meu padrasto forçando o segundo dedo, depois o terceiro dedo. Fui a loucura e gozei feito uma cadela no cio. Ele então veio sobre mim e colocou o cacetão na minha boca, fazendo movimentos como se estivesse fudendo uma buceta apertadinha, e gozou novamente, eu acabei engolindo a porra e sugando cada gota. Acordei horas mais tarde com minha mãe me dando um beijo de boa noite.
No dia seguinte, acordei muito bem disposta coloquei uma calça jeans bem justa, blusinha e durante o café da manhã pedi para meu padrasto uma carona até a faculdade, ao que ele apenas sorriu e disse “com prazer”. Minha mãe logo se adiantou perguntando se meu padrasto viria almoçar em casa, pois ela teria compromisso na parte da tarde e comeria em um fast food com as amigas, essa era a deixa que o Eduardo queria.
A caminho da faculdade após alguns sorrisinhos e olhares maliciosos, ele disse que na noite anterior havia percebido que eu era virgem, e que por outro lado tinha adorado me ver gozar com os 3 dedos dele no cu, confesso que na hora me senti enrubescer, ele segurou na minha mão e disse que isso não era motivo de vergonha, que eu tinha a educação que ele em papel de pai tinha passado para mim, mas que agora como homem tinha que reconhecer que minha boca era deliciosa, assim como meu cuzinho. Rimos um pouco, e foi inevitável não perceber o volume entre suas pernas. Então o Eduardo me perguntou se eu não poderia “matar” as aulas da tarde, e que ele passaria para me pegar! Lógico que eu mataria as aulas da tarde, e horas depois ele estava novamente na faculdade me esperando. A caminho de casa, ele disse que precisava passar na farmácia para comprar um remedinho muito importante, e sorriu! Fiquei curiosa e na dúvida, quando ele chegou com a sacolinha eu fui logo pedindo para ver, era um gel lubrificante anestésico, ele olhou com cara de malicia para mim e disse que aquilo não iria tirar completamente a dor, mas que pelo que havia pesquisado iria amenizar bastante. Na hora senti as pernas tremerem e o coração acelerar… Será que ele teria coragem de arrombar meu cuzinho? Putz percebi que eu estava literalmente fudida kkkkkk
Ao chegar em casa ele dispensou a empregada que estava terminando de lavar louça. Eu fui direto pro meu quarto. Acho que ele percebeu meu receio, e depois de se certificar que a empregada já estava a algumas quadras de casa, foi tomar banho, eu na expectativa já havia trocado de roupa e colocado um vestidinho. Alguns minutinhos depois ouvi ele me chamando na suíte, ainda meio temerosa, percebi que ele estava no banheiro, entrei, ele logo me agarrou pela cintura e com a outra mão abaixou minha calcinha, me beijando feito um animal, e dedando meu cuzinho. Minha xoxota já estava melada, ele sussurrava no meu ouvido palavrões; dizia que eu era uma vagabundinha, uma vadiazinha, que tinha nascido para levar rola no cú. Quando mais ele falava, mais tesão me dava, eu rebolava e me deliciava, foi quando ele sentou no vaso sanitário, passou uma quantidade farta de lubrificante no cacete, principalmente na cabeçorra, e pediu que eu me virasse pois iria lubrificar meu cuzinho também! Em seguida me puxou pelo quadril e pediu que eu começasse a sentar com calma. A sensação foi indescritível, eu sentia parte da cabeçona forçando o anelzinho do meu cuzinho dilatado por seus dedos, mas aquilo era muito maior, eu começava a sentir dor, e pedia para ele parar. Então ele recostou as costas na parede e se ajeitou melhor, começou novamente a sussurrar palavrões, segurou na minha cintura e foi me forçando a sentar, primeiro com pinceladas leves, depois num único impulso me puxou forte, até eu sentir a cabeçona rompendo o anelzinho do meu cuzinho e entrar toda! Eu comecei a gritar e chorar pedindo que ele parasse, tentei levantar, mas ele disse que seria pior depois, que eu tinha que relaxar. Ele começou a mordiscar minhas costas e massagear meus peitinhos, dizendo que esse seria nosso segredinho, que eu seria sua cachorrinha! Fui relaxando e o cacetão começou entrar ainda com certa dificuldade, fiquei firme, deslizei até chegar no talo, depois me segurando pela cintura ele começou com movimentos de sobe e desce. Eu gemia baixinho, as lágrimas corriam pelo meu rosto num misto de dor e prazer. Em poucos minutos ele deu um urro profundo e soltou toda a porra dentro do meu cú, como eu ainda não tinha gozado ele sugeriu que tomássemos um banho e fossemos pra minha cama. Durante o banho passei a mão no meu cuzinho e ele estava enorme, caberia uma maça pequena ali dentro, meu espanto foi tamanho, que meu padrasto começou a rir e disse que em poucos dias ele voltaria ao normal. Saímos da ducha e fomos direto pro meu quarto, ele pediu que eu ficasse de quatro na cama como uma boa cadelinha. Obedeci! Novamente ele veio com o cacetão deformado que dessa vez entrou sem dificuldade, comecei a rebolar e gemer feito uma putinha, sentindo o saco dele batendo na minha xoxota, gozei muito…
Fiquei sem ir pra faculdade por quase uma semana, e sentindo dificuldade para evacuar, mas ele foi bonzinho, deixou que meu ex cuzinho, agora todo arrombado se recuperasse quase por completo!

Lisa e eu nos conhecemos na época de escola, vivíamos grudadas uma na outra. Nos finais de semana eu dormia na casa dela, ou ela dormia na minha, e ainda fazemos isso. O que vou contar aconteceu fim de semana passado, cheguei por volta das 9:00 da manha na casa dela, sua mãe havia preparado suco e sanduíche para tomarmos no café da manhã, depois de comermos fomos para a piscina e ficamos brincando por lá, conversando sobre meninos, ela me conto que Jonas seu namoradinho tinha chupado sua xaninha na noite passada, eu fiquei molhadinha ouvindo os detalhas, não conseguia parar de olhar o pacote dela escondido naquele biquíni minusculo. O pai dela chegou tivemos que interromper a conversa, ele era sempre muito atencioso comigo, entrou na piscina também e ficamos os três brincando na água, o dia correu normalmente, almoçamos, jogamos video game, mas eu não conseguia parar de imaginar como seria cair de boca na bucetinha rosada dela, como ja disse somos amigas a muito tempo e eu conheço o corpo dela como a palma das minhas mãos, seus seios são durinhos, bumbum avantajado, pele clara, rostinho angelical. Durante a noite, Lisa disse que precisava me mostrar algo, mas tinha que ser segredo. Abriu a gaveta e pegou uma fita, disse que achou nas coisas do pai. Todos já estavam dormindo na casa, descemos para a sala e colocamos a fita no vídeo. Era uma fita pornô, a cena que se passava era uma loira sendo enrabada por um negão, que socava na buceta dela sem dó nem piedade, ela gemia feito cadela. Aquilo foi me dando um tesão da porra, as próximas cenas era de duas mulheres asiáticas transando. Eu já estava tão melada que minhas pernas estavam úmidas. Olhei pro lado e vi minha amiguinha se contorcendo no sofá, esfregando as pernas uma na outra, pus uma das mãos sobre suas coxas, comecei a deslisar as unhas suavemente sobre aquela pele macia, ela continuo assistindo o vídeo sem se dizer nada, continuei com os carinhos, ela foi se soltando, abriu um pouquinho mais as pernas, que cena maravilhosa, ela estava sem calcinha, fiquei louca olhando aquela buceta toda melada, passei meu dedo inticador no seu grelinho, massageando devagar, ela gemeu, me olhando com uma carinha de safada, perguntei a Lisa se ela tinha vontade de fazer a mesma coisa elas estavam fazendo, e ela me respondeu que sim. Naquele momento minha buceta pulsou forte. Cheguei mais perto puxando seu rosto pra perto do meu, lhe dei um beijo cheio de desejo, chupando aquela lingua doce. Ela gemia entre o beijo rebolando na minha mão, agora eu estava com dois dedos dentro dela, sentindo aquela xana quente deslisar sobre eles. Tiramos nossas roupas e continuamos nos beijando. Ela começou a chupar meu peitinho, mamava tão forte, apertando um contra o outro, era delicioso, me deitei sobre ela metendo outro dedo naquela buceta apertada, jogando as pernas dela pro lado, cada gemido dela pedindo mais me fazia esquecer que não estávamos sozinhas, comecei a dar beijinhos em seu pescoço, e fui descendo pela sua barriguinha, passei a lingua envolta do seu umbigo, até chegar entre suas pernas, fui passando a lingua bem molhada por suas coxas, deixando ela sentir minha respiração, quando minha lingua finalmente chegou nos lábios rosados e senti aquele gostinho de buceta, fiquei fora de mim, não consegui me controlar cai de boca , lambendo todo o melzinho dela, enfiei minha lingua naquele buraquinho quente e suguei tudo, ela ficou louca, agora estava gritando de prazer, me pedindo pra não parar, segurando em meus cabelos, rebolava na minha cara, comecei a mamar no seu grelinho, sugando forte, ela tremia, eu chupava e fodia ela com os dedos, ela se contorcia freneticamente seu corpo rígido empurrando meu rosto naquela bucetão gostoso. Não demorou muito gozou na minha boca, que gostinho doce a Lisa tem, não parei de chupar até sentir seu corpo ficar mole, e seus gemidos virarem suspiros ofegantes. Me deitei ao seu lado entrelaçando nossas perna, ficamos ali roçando nossas bucetas uma na perna da outra, ela disse que desde quando perdeu a virgindade nenhum garoto tinha chupado ela tão gostoso, me confessando que foi seu primeiro orgasmo. Trocamos algumas caricias e depois de um tempo fomos para o quarto, onde dormimos agarradinhas.
Pela manha acordei com ela me chupando, que lingua quente ela tinha, parecia que já tinha feito aquilo varias vezes antes, depois de um delicioso 69, tomamos banho juntinhas e descemos para o café da manha, sua mãe ja nos esperava para nos levar pra escola, agora andamos de mãos dadas, e sempre que não tem ninguém por perto trocamos beijos intensos. Não vejo a hora de chegar sabado pra ela vir dormi na minha casa.
Fonte: “Multiplo-Prazer”

A CASA DOS SEGREDOS…

Publicado: janeiro 28, 2013 em Contos eróticos, Heterossexuais

Eu sou safada e todo mundo sabe, adoro uma trepada sacana, já tenho minha família pra me dar amor e carinho, fora de casa eu procuro tesão. Os garotinhos da escola e do bairro já não me satisfaziam mais, eu queria algo novo, uma nova maneira de sentir prazer, foi assim que conheci a Thamires em um site para adultos, ela me contou que trabalhava em uma casa de na zona norte, onde homens pagavam muito bem pra foder gostoso por algumas horas, o dinheiro não me interessava, meus pais me dão tudo que eu quero, moramos em um bairro nobre aqui em SP, mas a possibilidade de ter sexo todos os dias com homens diferentes sem ter que ligar depois ou me preocupar com qual vai ser a desculpa pra não ter que sair com babacas apaixonados me deixou fascinada por esse mundo. Apos algumas semanas de conversa resolvi ir conhecer a casa, era um sábado a tarde, um lugar confortável, luz fraca, som auto, um bar em “L” que passava por toda a salão principal, e um pequeno palco onde algumas garotas gostosas dançavam nuas. Reconheci a Thami logo de cara, estava sentada no colo de um velho grisalho, usando só uma calcinha de renda vermelha, uma cena muito exitante, logo de cara soube que fazia parte daquele mundo, estava totalmente a vontade. Alguns caras me olhavam, acho que se perguntando o que eu estava fazendo ali, ja que eu era a unica garota vestida do local. Ela também me conheceu, com um aceno me chamou apos dizer alguma coisa pro grisalho com cara de mau que alisava seus seios, após alguns minutos de apresentações ela me disse que Ray ( o grisalho) iria fazer um teste comigo pra poder avaliar se eu tinha condições de trabalhar no local, confesso que fiquei confusa, uma entrevista de emprego? o que ele vai me pergunta se gosto de fazer um oral antes de deixar o cara meter gostoso na minha bunda? É eu gosto! Ri comigo mesmo e os segui até uma pequena suite onde ela nos deixou a sós.

- Tire a roupa! -disse ele sem cerimonia. Obedeci, tirando primeiro o casaco, deixando o mesmo sobre uma mesinha de centro.
- Não assim, use sua sensualidade Carol.
- Não me chamo Carol!
- Agora você se chama! vamos quero ver o que você sabe fazer meu amor.

Ele ta querendo um Strip? vou mostra pra ele o que sei fazer! comecei a dançar lentamente no ritmo de uma musica imaginaria, tocando meus seios por cima da roupa fui deslizando pela minha cintura, subindo as mãos novamente, levantando minha blusa que por sinal tinha um bom decote, parando no meio do caminho, deixando meu umbigo a mostra, soltei o coque liberando meus longos fios loiros, brinquei com os meus cabelos, mexendo os quadris de um lado para o outro, com um sorriso malicioso me virei de costas e comecei a tirar minha saia, graças a mãe natureza eu tenho uma bunda digna de uma boa brasileira, avantajada e lisinha.
- Nada mau, nada mau mesmo, que rabão gostoso!
Minha deixa pra continuar, empinei bem a bunda, tirando a saia, em seguida o sutiã, antes de virar me certifiquei que meus cabelos cobriam meus seios, fui dançando até ele, que já veio todo assanhadinho querendo me tocar, dei um tapinha em sua mão, balançando a cabaça, mordendo maliciosamente os lábios, indo até o chão fui deslizando minhas mãos em seu corpo, pela calça jeans deu pra perceber que seu pau já estava duro feito pedra, como boa boqueteira que sou não podia perder a oportunidade, me abaixando com as pernas bem abertas fui logo abrindo sua calça, ja sabendo o que eu pretendia fazer ele posicionou o quadril pra frente me dando livre acesso pra engolir seu pau, e que pau grande aquela cueca escondia, confesso que ainda não tinha visto um daquele tamanho, sem perder tempo ja fui logo colocando tudo na boca, tinha um gosto tão bom, tão duro e macio, passei a lingua pela cabeça e por toda a extensão da quela pica grossa, os gemidos dele me dizia que estava fazendo um bom trabalho, ele segurava em meus cabelos fodendo com força minha boca, com a outra mão apertava meu seio me deixando com muito tesão, os músculos da minha bucetinha já se contraiam avisando que eu estava pronta pra ter a pica dele dentro de mim, abaixei a calcinha até os joelhos, deitando metade do corpo na cama, empinando a bunda.
- Vem aqui me foder com essa pica gostosa vem!
- Normalmente sou eu quem dá as ordens por aqui, mas como você tem uma boquinha gostosa vou ser bonzinho com você sua aprendiz de vadia. – Vadia? isso é musica pra mim. Com uma lentidão dolorosa e deliciosa ele foi pincelando o pau na minha buceta espalhando meu mel pela minha bunda, fazendo movimentos circulares no meu clitóris com o pau, bem devagar ele foi enfiando o dedo no meu cuzinho, tirando e colocando, que maravilha! O prazer tomando canta de mim, meu corpo todo se contraia a cada toque, que homem gostoso, experiente. Com muita força ele enfiou o pau na minha xoxotinha, acabando com a tortura, eu estava finalmente sugando aquela rola pra dentro de mim, não tem como descrever a sensação de ser preenchida em dois lugares ao mesmo tempo, ele colocou mais um dedo no meu cuzinho, metendo no mesmo ritmo que metia na minha buceta, eu já estava gritando de prazer, me contorcendo toda, com a mão livre ele pressionava meu rosto contra a cama, me deixando imobilizada.
- Que buceta apertadinha você tem vadia, essa bundona gostosa aqui vei me dar muito dinheiro. Vai putinha goza pra mim vai, goza no meu cacete piranha. – Dizendo isso ele metia com muita força, agora segurando minha cintura com as duas mãos, me puxando pra traz e pra frente, fazendo meus seios baterem um no outro, não conseguindo e não querendo mais me controlar me entreguei ao prazer deixando meus sentidos responderem por mim, gozando naquela rola quente, sentindo ele atingir o orgasmo junto comigo, gemendo alto em meu ouvido, murmurando coisas sem sentido, deixando seu corpo suado cair sobre o meu. Após alguns minutos ele se deitou ao meu lado me dando tapinhas na bunda.
- Se você aceitar tem um emprego, se preferir podemos conversa depois a respeito da porcentagem de cada trepada que você der, já tem números em mente?
- Não estou aqui pelo dinheiro, e sim pelo sexo, entre uma trepada e outra você me come e ta tudo certo. – sorrindo.
- Negócios são negócios! 40% ok? Quem trabalha por amor a profissão trabalha com perfeição. Quanto a te comer, eu ia comer de qualquer jeito, essa bucetinha é muito gostosa! – falando isso ele enfio sua mão entre as minhas pernas encontrando meu grelinho massageando o mesmo, não demorou muito e ja estávamos fudendo de novo.
Hoje trabalho na Casa dos Segredos na zona norte, Ray sempre diz que sou uma das suas melhores meninas, Entre um cliente e outro dou uma bem dada com meu chefe.
Fonte: “Multiplo-Prazer”