Arquivo da categoria ‘Contos eróticos’

” Passo a narrar um fato que jamais pensei um dia acontecer comigo. Foi na cidade de Novo Hamburgo RS, durante visita a uma amiga que há muito não a via. Quem me recebeu foi a empregada dela, uma jovem morena, muito bonita e com um corpo maravilhoso. Ela disse que Rafaela, minha amiga, havia saído, mas não demoraria, e perguntou, com certa malícia, se eu queria alguma coisa. Pedi apenas um copo de água. Quando ela saiu da sala e rumou para a cozinha, fiquei observando o ambiente. Pela janela que dava para o quintal, vi uma piscina onde uma mulher de meia-idade, muito gorda, tomava sol deitada numa toalha. Soube mais tarde que ela era uma tia de Rafaela.
Eu estava à espera do copo de água quando Rafaela chegou. Como fazia alguns anos que não nos víamos, fiquei admirado com a beleza dela. Rafaela uma loira de olhos bem verdes, estava ainda mais gostosa. Usava um vestido de tecido bem leve; que deixava à mostra as formas perfeitas de seu belo corpo: os seios grandes e firmes, a bundinha empinada, as coxas roliças e bem bronzeadas. Nos abraçamos carinhosamente. Rafaela era uma velha amiga da faculdade, mas depois do curso tomamos rumos diferentes.
Ela me levou até a varanda próxima da piscina e de lá mesmo eu cumprimentei a tia dela com um discreto aceno de mão. Rafaela pediu à empregada que, em vez de água, nos servisse uma bebida.
Animada com minha visita, ela contou que se casou, tão logo terminou a faculdade, com um homem maravilhoso, gentil e educado. Mas, dois anos atrás, perdera o marido em um acidente de carro e desde então estava morando com a tia. “Mas vamos falar de outras coisas…
Estou muito feliz em te ver novamente…”, disse, tentando animar-me, sem disfarçar o ar de desejo, que fez brotar pensamentos maliciosos em mim. Não apenas pela expressão dela, mas principalmente porque Rafaela a todo momento cruzava as pernas, em movimentos que me permitiam ver sua tanguinha branca. Depois de alguns copos de cerveja, nos sentíamos mais à vontade. Estimulados pela bebida, nossos corpos se aproximavam cada vez mais um do outro e, a cada lembrança do passado, não hesitávamos em trocar abraços e carinhos.
A excitação passou a tomar conta de nós e, como era de esperar, o cacete ficou duro e latejante. Rafaela notou rapidamente o volume entre minhas pernas. Constrangido, fui obrigado a me desculpar, dizendo que era impossível me conter diante de tamanha beleza. Ela agradeceu meu elogio e com a maior naturalidade, pegando em minha mão, comentou que nosso encontro não era casual. Disse que ficou durante muito tempo tentando me localizar e felizmente, graças a uma amiga comum, conseguiu meu endereço. Só assim, lembrou, foi possível mandar uma carta convidando-me para visitá-la. Ainda segurando minha mão, Rafaela olhou fundo em meus olhos e confessou que desde os tempos de faculdade sentia uma grande atração por mim. “Como é que a gente nunca teve um relacionamento mais forte?…”, perguntou. “Vontade nunca me faltou…”, completou.
Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela sugeriu que colocasse uma sunga para um mergulho na piscina.
“Vamos cair na piscina que a água está uma delícia…” Enquanto me trocava no quarto, Rafaela abriu a porta sem nenhuma cerimônia e, na maior intimidade, perguntou se eu estava com fome, pois o almoço ficaria pronto em uma hora. Ela já estava de biquíni e eu, completamente pelado. Ao contemplar o cacete duro e pulsante, ela comentou: “Uau… Como é grosso…” Rafaela se aproximou de mim e nos beijamos.
O caralho duro como pedra cutucou a bocetinha. Meti a mão entre as pernas dela e acariciei a xana, sentindo a tanguinha molhada pelo líquido vaginal.
Sem hesitar, ela sentou-se na beirada da cama e passou a beijar minha vara, revelando toda sua habilidade na arte da chupeta. Deitamo-nos e ajeitamos nossos corpos para um delicioso 69. Nem sequer tirei-lhe a tanguinha.
Afastei o tecido para o lado e meti a língua naquela vagina melada e perfumada. Rafaela roçava a boceta na minha cara e gemia baixinho, enquanto eu estocava lentamente meu penis em sua boca, como se estivesse fodendo.
Embalado pelo entusiasmo, nem me dei conta de que a porta estava aberta e a empregada assistia à nossa cena de amor. Rafaela não se importou, apenas disse à empregada que preparasse a festa.
Em vez de se retirar, como eu esperava, ela se aproximou, pediu licença para Rafaela e veio com tudo para me chupar. Rafaela aproveitou para tirar toda a roupa da empregada, ao mesmo tempo que lambia o corpo dela. Ficamos todos nus.
Rafaela tomou o lugar da empregada, para uma caprichada gulosa em mim, enquanto a aquela delicia de morena metia a boceta na minha cara. E que boceta: macia, vermelha, muito quente e já inteiramente ensopada. Fiquei impressionado também com o tamanho do grelo, de um porte que eu nunca tinha visto antes, que aproveitei para chupá-lo. Engatamos-nos, os três, num trenzinho feliz, em que as duas gozaram.
Mas foi na piscina que a coisa realmente pegou fogo.
Como continuava duríssimo, porque eu ainda não havia gozado, o caralho quase escapava da sunga. A tia da Rafaela também apareceu e, curiosa com a festa que o trio comandava, perguntou se eu era da família. Sem perder tempo, ela arrancou minha sunga e admirou o tamanho da jeba, que colocou na boca. Rafaela e a empregada, totalmente peladas, se atracaram e passaram a se comer, a roçar desesperadamente a boceta uma na outra.
Eu me deliciava ainda com as mamadas da tia quando as duas gozaram. Saciadas, ambas comentaram que a tia gorda adorava dar a bunda.
Ela confirmou, mas ressalvou que temia não agüentar minha pica gigante. “Vai, sim, tia…”, encorajou Rafaela, metendo os dedos num pote de creme e pedindo à tia que se colocasse de quatro. Quando vi a bundona escancarada fiquei doido para meter-lhe o cacete. Rafaela lambuzou o anelzinho da tia e também o meu mastro com o creme. A penetração não encontrou maior resistência porque a tia, muito experiente, sabia como controlar e relaxar os músculos anais para me receber todinho.
A farra sexual prolongou-se até o anoitecer. Isso é o sonho de todo homem, e graças a minha antiga coleguinha, pude realizá-lo.

Fonte: Otentação.wordpress.com

FUDENDO GOSTOSO NO ONIBUS

Publicado: janeiro 28, 2013 em Contos eróticos, Gays
Tags:

Tenho tesão por ônibus, e aqui no Rio tem uns busões que sempre rolam uma sacanagens. Num dia indo pro trabalho resolvi pegar um busão chamado frescão (pelo fato de ter ar condicionado no estilo ônibus de longas viagens). Como o trajeto era longo sabia que poderia rolar algo. Paguei na época oito reais de passagem e fui pro fundão, sentei na última poltrona do lado da janela.algumas pessoas entraram junto comigo, mas todas ficaram na parte da frente. Conforme outras pessoas iam entrando nos pontos seguintes eu ia analisando-as e nhum cara maneiro entrava. Quase no meio do caminho o busão para, eu já sem esperança nem olho pra vem quem é, quando já próximo de onde eu estava vejo um cara moreno, estatura mediana, forte natural, não era sarado, tinha uma leve barriguinha, estilo casado, devia ter uns 40, 40 e poucos anos, bem conservados. Minha rola ficou em ponto de bala na hora né. Ele sentou do lado oposto ao meu, mas na mesma fileira, eu tinha deixado a mochila na poltrona do lado de propósito. E quando ele sentou já dei uma olhada pra analisar o material rsrs ele se ligou e me olhou também, analisando. Eu estava no auge de meu 20 aninhos, cheio de fogo (não que ainda não esteja né rs) comecei a pegar na rola por cima da calça, e deixei marcado ela na calça, e comecei a me espreguiçar, não satisfeito levantei e puxei a calça pra cima, ai que marcou mais ainda o pauzao durão. Ele me secando, já foi pro banco do meio me olhando , olhei pra frente do busão, todos ou dormindo ou lendo, olhando pra frente. fechei a janela do meu lado, ele fez o mesmo do lado dele. Pus o pau pra fora e o cara caiu de boca na minha rola, pude então ver que ele era casado mesmo, tinha uma aliança gigante no dedo. Nossa me deu mais tesão ainda, ele ali me mamando, chupando com gosto, passou a língua bem devagar na cabeça da minha rola, e sugou tudo de uma vez, enfiando tudo na boca. Levantou e pôs o pau pra fora, cai de boca, era uma rolona tesuda, não tinha a pelesinha da cabeça, tinha um cabeção vermelhão, tava duraça cheia de veias, devia ter uns 18cm. Mamei com gosto e ele socando minha boca, enfiando a rola até a garganta. mamei muito. Ele então me agarrou e me tascou um beijão. Ficamos ali um punhetando o outro e trocando beijos. Que tesão aquele macho. Ele anunciou que ia gozar susurrando no meu ouvido na mesma hora gozei pra caralho, junto com ele. Guardamos nossos instrumentos e demos mais um beijão. Trocamos telefone, e fomos papeando lado a lado. Rolou outras fodas com ele.”           

          FONTE: contos eróticos

TRAVESTI ERRADO

Publicado: janeiro 12, 2013 em Contos eróticos, Gays

Estou na rua, já é tarde na madrugada adentro, estou perto da Av. República do Líbano.
Sei que é ponto para prostitutas e travecos, mas passeando devagar, avisto uma pessoa no banco do ponto de ônibus, uma linda loura, estava de pernas cruzadas, num vestidinho minúsculo deixando aparecer um pedacinho da calcinha branca. Parei e abordei:
– Oi boneca, vamos fazer um programa?
– Claro, gatão. São R$ 100,00 por hora sem chupada ou beijo na boca, tá bem?
Falou com a voz meio grossa, que eu havia percebido que se tratava de um traveco. Abri a porta e fomos para um Motel na Av. Miguel Stéfano.
Chegamos e pedi para a Judi, (assim era o nome de guerra), fosse tirando a roupa devagar para que eu pudesse apreciar o material. Ela obedeceu e foi tirando a blusinha e mostrando a lingerie branquinha, cobrindo os seios que faziam inveja a qualquer mulher, pensei. As curvas da cintura então, parecia mesmo de uma mulher. Ficou só de calcinha de costa para mim e:
– Vem cá, meu macho, tira esta última peça.
Eu já de pau duro fiquei, de joelhos e com a boca puxando a calcinha, quando de repente salta aquele pênis enorme na minha frente, que abocanhei com muita vontade, pois nunca tinha visto um tão de perto e eu estava a fim de experimentar que gosto tinha um pau na boca.
Fui até as últimas, chupando, mordendo a cabeça que mal cabia na minha boca, sentindo as veias daquele caralho, até ele jorrar a porra na minha boca, foi bom.
– Ai que gostoso disse a Judi, como você chupa bem, parece que tem muita experiência na arte. Com a calcinha meio arriada, só de pau de fora meio amolecido.
– Agora tira toda a calcinha, que eu tenho uma surpresa para você.
Obedeci e qual não foi a minha surpresa quando percebi que de baixo daquele pênis enorme, havia uma bucetinha escondida entre as bolas do saco, era perfeita, completinha, com clitóris e vagina.
– Nossa você é uma hermafrodita, como eu queria encontrar alguém assim.
– Abre as pernas que eu vou dar uma chupadinha. Como era estranho chupar com as
bolas do saco mexendo quando eu afastava-os para atingir o grelo dela e ao mesmo tempo um tremendo caralho que novamente estava em riste, na minha frente. Ela gemia de prazer, o pau dela pulsava na minha mão, como que procurando algum buraco para se enfiar e eu me deliciado com a buceta.
– Agora vou comer esta buceta.
Era interessante estar possuindo uma buceta tão gostosa, toda molhadinha depois do trato que havia dado e ao mesmo tempo sentir as bolas do saco se afastando e voltando a cada estocada, enquanto eu masturbava aquele pau vigoroso, às vezes sentia como se fosse o meu caralho que tinha atravessado-a , como a cabeça da minha rola roçava dentro da buceta dela e eu também esfregava a cabeça do pau dela com a palma da mão, parecia que era o meu pau. Que tesão, como era gostoso.
Bati uma punheta como eu gostaria, fui devagar e às vezes com muito vigor, fazendo aquele vai e vem no caralho e na buceta, até que novamente ela gozou, espirrando o esperma no meu corpo, aquele líquido quente e viscoso, enquanto eu gozava dentro da buceta dela, foi indescritível o prazer (dela e o meu).
Descansamos um pouco, pois ninguém é de ferro e fiquei meio sonolento, quando senti uma coisa quente encostando na minha bunda.
Era ela já toda refeita e aquele pau cheio de nervos saltando, querendo se saciar novamente. Quem era a puta de programa a final, eu ou ela pensei, porque eu é que estava sendo o objeto de prazer?
– Muita gente quando me apanha na rua, pensa que sou travesti, por causa desta minha voz que eu disfarço, para chamar a atenção dos meus clientes.
– Eles querem sempre uma aventura, normalmente dar o rabo, para experimentar ou porque são viadinhos mesmo. Quer tentar?
A idéia não me parecia muito convidativa, mas se eu estava lá era porque também queria, pois a princípio pensava em ter experiência com um travesti e quem sabe pedir para ser enrabado.
– Vamos lá, mas vai devagar, que sou virgem está bem?
– Claro, vou te comer com muito carinho, mas você tem que colaborar.
Falando isto ela me amarrou no divã de bunda para o alto e a cabeça na parte de baixo e começou a lamber o meu cu, realmente era uma profissional sem eu perceber foi lambuzando com a saliva, que às vezes ela soprava, hummmmmm que delícia.
– Espere um pouco, vou pegar a pomada. Devia estar numa posição no mínimo ridícula, amarrado, com a bunda empinada para cima, aguardando ser comido no cu.
– Pronto, aqui estou eu, o seu macho de hoje.
Ela estava lubrificando aquele caralhão, que brilhava de tão duro que parecia, pegou a tal pomada e passou em volta do meu cu, com o dedo médio com muito carinho, fazendo círculos. Aquilo começou a esquentar tanto, que parecia pegar fogo.
– O que você enfiou no meu rabo, está pegando fogo.
– Não é nada não, é só para você ficar sentir como uma puta fica quando está com vontade de ser enrabada, mas não se assunte, pois vai passar.
Dizendo isto ela passou outra pomada, esta era mais gostosa, pois parecia mentolada e com o frio do ar condicionado, causava uma sensação muito gostosa.
Com este carinho todo o cuzinho foi ficando tranqüilo e relaxado, e ela começou a abri-lo com os dedos;
– Isto relaxa, deixa eu cuidar de vc, já enfiei um dedo, lá vai outro, agora vou abrir, para ele se acostumar.
– Que coisinha gostosa, toda fechada, ele fecha com uma força toda vez que eu abro, vc está a fim de dificultar, não é?
Falando isso, ela arreganhou a minha bunda, afastado as nádegas e pegou a pica e enfiou a cabecinha, empurrou com força, pois a resistência era natural, porque eu nunca tinha levado no cu.
– Ai! Está doendo, parece que vai rasgar, puta merda como é que você agüenta uma porra desta? Doía tanto que até para respirar era difícil, até fiquei meio zonzo.
– É seu veado, agora sabe como é ser preenchido, mas só enfiei a cabeça, o caralho mesmo é mais grosso, não resista, ele já é meu, fica quieto aí o anelzinho vai se acostumar e você vai gostar.
– Ai! Tira este caralho daí, não vou agüentar.
Eu tentava mexer, para escapar, mas em vão, pois estava amarrado. Como estava doendo eu nem me atrevia a mexer muito, mas espremia o cu para o caralho não entrar mais e ela desistir. Ela percebeu que estava querendo parar e diz:
– Vai ser hoje vai ser o dia da inauguração, vou fazer o seu cu florecer, vai virar a minha puta, vou enfiar até o talo, porque é isso que você quer, eu sei.
E foi de uma vez mesmo, o meu cu que já estava meu que entregue, engoliu aquele pau, a dor misturada com prazer era tamanha, que dava para sentir todas as veias saltadas daquela rola, pedindo passagem e entrando sem dó, era um misto de dor e prazer, sentir aquele caralho na bunda.
– Ai! Está doendo, mas está gostoso, me fode, me come, assimmmm, assimmm, estou adorando………
– Viu, agora vc já faz parte do time, vou te desamarrar e vc vai fazer do jeito que gosta, do jeito que sempre sonhou em dar.
Ela me desamarrou e eu disse:
– Fica deitada, deixe-me ser enrabado como faz uma autentica puta, quando quer dar prazer para o seu macho.
Ela deita com o pau duro empinado e eu sento nele, de novo aquela sensação do caralho entrando e tocando as minhas entranha, é um prazer muito bom, gostoso, acho que descobri o meu lado gay.
Não, acho que é somente a procura do prazer, pois adoro comer buceta.
– Vou gozar, disse ela, e vai ser dentro do seu cu, sinta como ele pulsa enquanto a porra inunda você por dentro.
– Espere, vou gozar também, bate uma punheta em quanto eu subo e desço neste seu caralho, assimmmmmmm.
Gozamos junto, que maravilha sentir a porra sair do meu pau e regando aquele corpo lindo, ao mesmo tempo em que ela me enchia com seu esperma.
O pau dela começava a querer amolecer e eu com o desejo de prolongar mais aquele momento, peguei a cordinha que ela havia usado e amarrei o caralho bem perto do saco.
– O que você está fazendo?
– Estou tentando manter o seu pau duro.
Em seguida comecei a sentar e levantar, sentindo mais aquele caralho no cu, deixando ela com muito tesão, pois eu sabia o quando era gostoso, sentir o pau sendo acariciado por um cu arreganhado, descendo e subindo, mas não deixando ele sair e isto repetindo várias vezes, até que por fim ela gozou de novo e com o pau ainda duro, fiz toda a porra escorrer do meu cu e cai em cima do pau dela.
A sensação era indescritível, parecia que jorrava tanta porra que num momento maior de tesão, sentei com toda a força naquele caralho e engoli com tamanha facilidade que…
– Você conseguiu, fui sua puta e adorei ser comido no cu, puta que pariu, como é gostoso, foi m a r a v i l h o s o.
– Eu não disse que você iria gostar.

*Fonte: contos.galinhas.com.br

SEDUZIDA NA CADEIA

Publicado: janeiro 12, 2013 em Contos eróticos, Heterossexuais

\” Tudo começou quando meu marido foi transferido para o RJ. Estávamos casados a 4 anos e temos um linda filha de 4 anos. Somos do interior de SP e seria a primeira vez que iriamos morar num grande centro, era provisório, apenas 2 anos, mas eu estava apreensiva, não sabia como seria ficar longe da família e dos amigos por tanto tempo, porém, como boa esposa que era, segui meu marido sem vacilar. Ele estava com 35 anos e esta era a grande oportunidade para ele se aprimorar profissionalmente e voltar para nossa cidade com um cargo e salário melhor. Eu estava com 26 anos, não trabalhava, apesar de ser formada em adm. de empresas, apenas cuidava de nossa filha e da casa. Meu marido é claro, tem 1,75m da altura, um pouco calvo mas não aparenta a idade que tem, está em ótima forma física. Eu sou loira, cabelos lisos pouco abaixo do ombro, 1,70m de altura, antes de casar era um pouco magra, mas depois da gravidez, foi cesariana, fiquei com o corpo que sempre desejei: seios de médio para grande (é a alegria de meu marido!); bumbum arrebitado; coxas roliças e grossas; a cintura modelei com muito exercício na academia para combinar com o maravilhoso corpo que o casamento e a gravidez me proporcionaram; minha pele é bem clarinha com os pelinhos também loiros e de rosto sempre fui bonita, com nariz arrebitado e lábios carnudos. Se antes já despertava a atenção por onde andava, agora então….. Isso causou o surgimento de um pouco de ciúmes por parte dele, nada grave, apenas ele passou a perceber alguns olhares mais maliciosos em minha direção, principalmente em minha bela bunda e nos abundantes seios e eu me divertia com a situação e o acalmava na cama. Nossas relações ficaram mais constantes e eróticas, pois eu fiquei mais desinibida. Ele foi o primeiro e o único homem de minha vida, nunca tive nada de mais sério com qualquer outro, a não ser aqueles amassos com os namoradinhos, porém eu nunca deixava chegar ao final de fato, eu sempre tive domínio da situação. Meu marido teve que ser muito paciente comigo, pois eu tinha me guardado e não era experiente e também não tinha tanto tesão por causa disso. Me sentia atraida por ele mas nunca cheguei a nenhum orgasmo pleno, ele também não era muito experiente, eu sabia de algumas namoradas que ele tinha tido, todas de familia como eu. Apesar disso eu o amava muito e tivemos uma filha maravilhosa. Bom, eu fiquei mais extrovertida, sempre com um sorriso nos lábios, estava adorando os olhares maliciosos que os homens da rua me lançavam, mas nunca me passou pela cabeça em trair meu marido. No RJ, até para economizarmos dinheiro, fomos morar num apto humilde, bem afastado do centro e consequentemente da praia, cedido pela empresa que ele trabalha. A empresa fica na zona sul, região central, isso o obrigava a acordar muito cedo, pois tinha que ir de ônibus para economizar. Ele preferia deixar o carro comigo, pois eu tinha que levar nossa filha para a escola, também paga pela empresa. Era uma escola sensacional, mas eu não gostei muito porque era de período integral. Apesar disso eu sabia que seria bom para ela e que eu estava apenas com receio de ficar só – eu a levava as 9:00 e ia buscá-la por volta das 17:00. O resto do tempo me dediquei a cuidar do apto, leitura e alguns passeios pelos pontos turísticos. Apesar de ser bem comunicativa não tinha feito muitas amizades no prédio, a maioria dos moradores era de pessoas simples, até conhecer Julia. Ela também era nova no prédio e nos conhecemos numa segunda-feira, por acaso, dentro do elevador. Ela estava com algumas compras e me ofereci para ajudá-la, no que ela aceitou. Levamos as compras para seu apto e ela me convidou para entrar, tomar um refresco e conversar um pouco. Ela era uma morena simpática, tinha 24 anos, mas aparentava um pouco mais de rosto, de corpo era bem carioca: seios médios e firmes; bumbum arrebitado e tinha uns 1,65 de altura. Fizemos amizade rápidamente, pois ela também era bem extrovertida. Contei-lhe tudo sobre mim, ela me falou dela, que trabalhava a noite toda, não perguntei onde, perguntei se ela tinha algum namorado, caso ou algo parecido, ela ficou séria e disse que tinha um homem, mas ele estava preso há uns 6 meses. Me espantei e ela percebeu, tratando de me acalmar disse que estava morando lá provisoriamente até seu homem resolver seus problemas com a justiça, que era um bom homem e estava lá injustamente. Estranhei, mas procurei não incomodá-la com mais perguntas, olhei o relógio e, como a conversa estava boa nem percebi o tempo passar, tinha que ir buscar minha filha e preparar o jantar. Me despedi e na saída convidei ela para ir no outro dia à tarde conhecer meu apto. Ela concordou e disse que teria que ser mesmo a tarde, pois chegava de madrugada e dormia até às 12:00. Voltamos a nos despedir e corri para buscar minha filhinha. No outro dia ela foi me visitar umas 14:00 h. Firmamos nossa amizade, apesar de não saber o que fazia e até mesmo pelo problema do seu \”homem\”, como ela costumava falar. Ela era legal e passamos a sair juntas para compras e até mesmo para ir à praia, ela acabou sendo meu guia turístico, pois conhecia tudo no RJ. Eu não era muito chegada em sol e procurava não ficar me expondo muito nas praias, mas certo dia ela comentou comigo que eu chamava muito a atenção dos homens por ser clarinha e ter um corpo maravilhoso, perguntou-me se tinha reparado em algum mais profundamente, se sentia desejos por outros homens etc…. Hesitei um pouco para responder. Antes agradeci o elogio dizendo-lhe que ela também tinha um corpo atraente, quanto a desejar outros homens, sem ser meu marido, era difícil precisar, eu só conhecia ele na intimidade, nunca tinha tido relações com qualquer outro, mas deixei escapar que em um passeio nosso vi um homem maravilhoso, olhei no volume de sua sunga e me excitei. Rimos muito e não falamos mais no assunto. Já haviam se passado 3 meses de nossa mudança para o RJ e em casa eu continuava a mesma, mas, nos dias de semana, sempre em companhia da Julia, eu me divertia bastante, praticamente saíamos quase todos os dias e nos divertíamos com as cantadas dos caras, mas nunca deixamos ninguém se aproximar. No meu caso, tudo bem: eu tinha um homem de meu lado toda noite e, apesar de não chegar ao climax, estava com minhas relações em dia. Agora ela…. Fiquei imaginando como seria e acabei puxando o assunto. Perguntei como ela fazia para se satisfazer se seu homem estava ausente. Ela sorriu e me disse que o fato dele não estar próximo não significava que ela não poderia visitá-lo e, que durante as visitas, eles colocavam tudo em dia. Ela sorriu marotamente. Não me dei por satisfeita e perguntei como seria possível e ela falou que ele não estava em um presídio, mas sim numa delegacia por ainda não ter sido julgado. Disse que a delegacia fica num bairro próximo de onde morávamos e por isso ela se mudou para lá. Completou dizendo que nessa delegacia era permitido visitas íntimas nas quintas e domingos e que as vezes ia de Quinta, mas estava lá todos os domingos. -Numa delegacia? – Como? Ela me explicou que os detentos conseguiram autorização do Juiz depois de promoverem uma rebelião, que a delegacia tem um pátio grande onde eles construíram alguns quartinhos, pequenos na verdade, tinham apenas uma janelinha que entrava claridade e um colchão que ficava no chão. Dependendo do casal, dava para ouvir os urros de prazer, ela achava muito excitante. Perguntei-lhe não sei porque, se era permitido a visita de pessoas apenas para ver os amigos ou parentes e ela disse que sim. Nesse caso, eles ficavam espalhados no pátio e, como tem poucos quartos, às vezes dava para perceber casais nos cantos se acariciando mais indiscretamente, o tesão não pode ser oprimido, as mulheres mais novas sempre dão um jeitinho de satisfazer seus homens nem que seja com uma punhetinha rápida. Não é permitido a entrada de crianças justamente para não presenciarem isso, duas vezes por mês eles faziam alguns, eventos só para não privar os pais de verem seus filhos. O tempo nos quartinhos para cada trepada dependia de quantas mulheres tinham ido no dia e variava. Disse, ainda, que nas quintas já chegou a ficar uma hora trepando, agora, aos Domingos é mais complicado, vai muita mulher e o tempo cai para uns 30 minutos, tem que ser rápido. Quanto aos guardas, eles tinham os nomes de todos que iam lá visita-los, tentaram controlar os nomes das mulheres que iam para visitas intimas, mas acabaram desistindo, pois tem presos que recebem a visita de várias, pode? Uma coisa é certa, isso acalmou bem os detentos, criando um certo código de ética entre eles para respeitarem as mulheres. Aquilo me deixou excitada… me imaginei no lugar dela, transando com um detento e ainda mais dentro da cadeia, era bem atípico. Ela percebeu meu interesse e disse rindo em tom de brincadeira: – Qualquer dia levo você comigo para ver como é ser mulher de bandido. Levei na brincadeira, mas no fundo fiquei curiosa. A noite na cama fiquei imaginando como seria eu, uma mulher casada, de família, nas mãos de um detento…. isso começou a me deixar excitada, mas nunca teria coragem, era fantasia! Procurei não pensar mais nisso. Certo dia Julia me chamou em seu apto e me convidou para ir com ela visitar seu homem, e eu lhe disse que não poderia, pois não ficaria bem… mas, antes que eu terminasse, ela abriu o jogo e disse que fazia tempo que estava me observando, que vira-e-mexe eu perguntava das trepadas dela na cadeia e que essa era a oportunidade para eu ver com meus próprios olhos. Confessei para ela que realmente o assunto me excitava, mas eu não tinha coragem. Ela completou dizendo que seu homem tinha alguns amigos lá, eu poderia ir sem compromisso algum, eles eram legais, não iriam me violentar, inclusive que alguns não recebiam visitas, seria legal eles terem alguém para conversar. Ela tanto falou que me convenceu a acompanhá-la. Mas fiz questão de avisar que estava indo apenas para satisfazer minha curiosidade, era casada e não iria trair meu marido. Ela concordou e disse que a intenção não era essa, eu faria apenas o que sentisse vontade e sorriu. Combinamos de ir no dia seguinte – quinta-feira. À noite fiquei me debatendo na cama, uma mistura de medo e excitação povoaram minha cabeça. Tinha medo do que pudesse acontecer e quais seriam as conseqüências se meu marido soubesse. Porém, a excitação foi maior e resolvi encarar. No dia seguinte, próximo ao horário de irmos, comecei a me aprontar. Coloquei um vestido discreto, até os joelhos, com um decote também discreto mas, como meus seios são esbeltos, não tinha roupa que deixasse eles comportados, por baixo um sutiã e uma micro tanguinha – depois que fomos para o RJ eu não conseguia usar outra coisa. No horário marcado seguimos para a visita. Lá chegando percebi que ela tinha armado alguma, pois era necessário dar o nome e o N.º de um documento com antecedência para podermos visitar alguém. Não falei nada, resolvi seguir o jogo, já que deveria ser mera rotina da cadeia. Nesse dia estava chovendo um pouco, porém estava agradável, apesar de não ter ido muitas pessoas para a visita. Entramos no pátio e logo veio um moreno musculoso em nossa direção, Julia deu-lhe um abraço e um beijo demorado e percebi que era seu homem. Ele não era bonito, devia ter a minha altura, mas tinha um corpo bem definido e musculoso, estava sem camisa e de bermuda. Julia nos apresentou e ele me deu uma secada da cabeça aos pés que eu gelei. Conversamos um pouco e ele nos levou para os fundos do pátio, lá chegando ele acenou para um homem que estava na cela chamando-o para junto de nós, apresentou ele para mim, disse se chamar Rubens e que o apelido era Rubão. Era negro, devia ter uns 1,80m, disse ter 33 anos, mas aparentava bem mais, tinha uma cicatriz bem visível na face. Sentamos nos bancos próximo às celas e ficamos conversando amenidades. Eles me deixaram bem a vontade e estava gostando de estar ali com eles. Julia me disse no ouvido que ia dar um trato no homem dela, que era para eu ficar tranqüila que o Rubão me faria companhia. Vendo que não teria perigo, concordei e eles foram. Ficamos só os dois, tinha algumas pessoas no pátio, mas por causa da chuva fina os detentos que estavam sem visita ficaram em suas celas. Acho que isso motivou o tal Rubão a me cortejar, já que sentada meu vestido subia e deixava minhas belas coxas à mostra. Ele falou que eu era muito bonita e sexy, que nunca tinha estado como uma mulher como eu, agradeci e procurei não incentivá-lo, disse-lhe que era bem casada, tinha uma filha maravilhosa e ele sempre que podia me cortava e passava a me fazer elogios. Num desses momentos ele colocou a mão em minha coxa, puxei a perna, mas ele não tirou a mão e ainda por cima passou a alisar, o que provocou arrepios em mim e os bicos de meus seios me denunciaram. Ele chegou mais perto, encostando seu corpo no meu e me abraçou, fiquei estática, sem reação, ele passou a lamber minha orelha e eu me encolhi, mas não conseguia sair do lugar. Da orelha ele foi para o pescoço e deu uma chupada que me levou a loucura, meus olhos fecharam, minha respiração ficou ofegante, era a 1ª vez que um homem fazia aquilo comigo depois de casada, não tive forças para recusar e praticamente me entreguei aos carinhos dele. Percebendo que eu tinha entrado no clima, ele passou a acariciar meus seios e, como uma das mãos, chegou em minha boceta já toda melada, lambuzou o dedo e tirou para me mostrar como eu estava molhada, eu estava completamente entregue! Não demorou muito naquele esfrega ele pegou em minha mão e me puxou para um quartinho – naquele dia estavam quase todos desocupados. Entramos e pude constatar o que minha amiga tinha me dito: mal cabia os dois, tinha um colchão sem lençol e nada mais! Tinha uma pequena abertura que entrava luminosidade e servia de ventilação, aquilo me deixou mais excitada ainda, estava com um homem totalmente diferente de meu marido, negro, alto e apesar da fala mansa era bem rude, um pouco violento. Bastou entrarmos ele avançou sobre mim, devia fazer muito tempo que ele não transava. Sem cerimônias ele tirou sua roupa deixando a mostra um cacete enorme, devia ter uns 20cm e era grosso, meus olhos brilharam diante daquele monumento negro, mas me mantive passiva. Ele abaixou a alça de meu vestido, quase estourou o fecho de meu sutiã e colocou meus seios para fora. Passou a chupá-los com energia, o que eliminou qualquer reação que eu ainda pudesse ter – meus seios são meu ponto fraco! Não ficou por ai, resolvi deixar ele fazer o que quisesse e ele não vacilou, tirou toda minha roupa e por uns instantes se afastou para me apreciar, seus olhos brilhavam, seu membro de tão duro parecia que ia explodir, mandou eu me ajoelhar e no que obedeci passou a roçar o cacete em meu rosto, ficou me chamando de puta, vadia e tudo o que puderem imaginar. Apesar de uma certa dose de violência eu estava gostando, ele pegou meus cabelos loiros com força e forçou minha cabeça em direção ao seu mastro, fiz menção de colocar na boca e ele puxou meu cabelo fazendo eu recuar, disse para eu cheirar, fiz (não cheirava bem, o que me faz fazer uma careta) depois para passar a língua na cabeça enorme e eu não sabia o que fazer com tudo aquilo. Voltei a obedecer, passava a língua arrancando urros de prazer do negrão, do orifício jorrava um líquido, mas não me importei, ele num movimento rápido e brusco forçou minha cabeça para frente me fazendo engolir aquela monstruosidade, chegou até a garganta, segurou por uns segundos e tirou a mão de minha cabeça me deixando a vontade para recuar e sem tirar a rola da boca, chupei com gosto, não demorou muito e sem aviso ele inundou minha boca com jatos de porra, era tanto que engoli um bocado, escorria pelos cantos de minha boca e nisso ele voltou a segurar minha cabeça, evitando que eu tirasse o cacete da boca. Continuei engolindo… era abundante e nojeto, eu nunca tinha chupado até o gozo, ele movimentava para frente e para trás o que melecou todo meu rosto. Depois de despejar todo seu gozo ele se afastou, pegou meu cabelo e puxou para que eu levantasse e passou a lamber meu rosto como um animal, eu estava tão excitada que acabei tendo meu primeiro gozo, agarrei-o e em pé fiquei roçando meu sexo louca para ser penetrada. Sentia aquela pica enorme no vão das minhas pernas e tentava montar, mas não deixou e me lambia deliciosamente, suas mãos eram hábeis e exploravam todos os buracos de meu corpo quando, de repente, ele me empurrou e eu cai de costa no colchão, ele ordenou que eu ficasse de quatro e abrisse bem as pernas, obedeci, ele passou a chupar vorazmente minha boceta, enfiava a língua bem fundo e dava modidinhas deliciosas em minha vulva, sabia como dar prazer a uma mulher, isso me levou ao segundo gozo de minha vida, ele chupou gostoso todo líquido vaginal, que não era pouco e saia de meu buraco, refeito do primeiro gozo ele se posicionou atrás e eu senti a cabeçona encostando na portinha da minha gruta. Eu estava a um ponto da loucura para sentir aquele cacete e, numa estocada só, ele enfiou todo aqueles 20cm de prazer em minha boceta, apesar de estar lubrificada doeu um pouco, era a primeira vez que recebia um mastro daquele porte dentro de mim, mas o prazer veio rápidamente, ele metia violentamente me fazendo gritar de prazer, uma delícia, gozo só de lembrar, ele metia e dava mordidas leves em minhas costas, me chamava de branca vadia, cadela… eu realmente me senti uma, estava com um puta caralho negro completamente enterrado, minha moralidade foi para escanteio e passei a rebolar e a apertar aquela maravilha, ele agarrou meus dois seios, beijou minha nuca, deu uma estocada que senti no útero e gritou como um animal, tinha gozado me lavando a gozar junto, encheu minha boceta de esperma, ficava dando pequenas estocadas produzindo um ruído gostoso em minha boceta encharcada. Tirou fora e eu me posicionei para lamber aquele caralho todo lambuzado, estava alucinada e agradecida pelo prazer que tinha me proporcionado. Tudo isso levou uns 40 minutos, a visita já estava acabando, senão ele com certeza teria me fodido mais. Nos arrumamos e quando me preparava para sair e ir encontrar minha amiga, ele pegou em meu braço e praticamente ordenou que eu viesse novamente no domingo, disse-lhe que não podia naquele dia, mas que certamente voltaria na próxima quinta, ele concordou e pediu que eu raspasse a boceta, ele adorava isso, não prometi mas ia fazer o possível para satisfaze-lo. Ao sair do quartinho vi minha amiga me aguardando, ela abriu um sorriso maroto e fomos embora. Depois desse dia nunca mais fui a mesma, finalmente descobri o que me proporcionava prazer: sexo em locais e com pessoas diferentes do meu convívio. Meu marido nunca soube de nada, mas voltei mais umas três vezes para me entregar ao negrão na delegacia, cheguei a engravidar dele pois o tesão era tanto que nem lembrávamos de usar camisinha, mas perdi a criança antes alguém pudesse notar, não voltei mais para a delegacia, a Julia mudou-se e como já estava aclimatada no RJ, passei a procurar minhas aventuras sozinha, teve uma vez que transei com um pião de uma obra e, é claro, na obra! Mas essa história fica para outro dia. Um beijo a todos e votem nesse conto, afinal eu escrevi com muito tesão e carinho para compartilhar com todos vocês.

*Fonte: contos.galinhas.com.br

TENHO 45 ANOS CASADO PAI DE 2 FILHOS,A CUNHADA DO MEU IRMÃO VALQUIRIA HOJE CASADA MÃO DE 2 FILHOS E EU SOU PADRINHO DE 1 DELES.
VALQUIRIA TEM 35 ANOS 1,60 DE ALTURA 55 KG, TENDO UM CORPO MUITO ATRAENTE, SEIOS LINDOS ,PERNAS BEM TORNEADAS E UMA BUNDA PRA BRASILEIRO NÃO BOTAR DEFEITO.MAS TUDO COMEÇOU A MUITO,MUITO TEMPO ATRAS QUANDO MEU IRMÃO COMEÇOU A NAMORAR SUA NAMORADA QUE AGORA ESPOSA PASSOU A FREQUENTAR MINHA CASA E COM ELA TAMBEM SUAS IRMÃS GEMEAS, VALQUIRIA E VALDETE, NA EPOCA COM 13 ANOS. EU TINHA 21 E LOGO FIQUEI BEM IMPRECIONADO COM A BELEZA DAS GEMEAS EMBORA VALQUIRIA SEMPRE ME CHAMOU MAIS A ATENÇÃO, PELO SEU JEITO DE OLHAR E DE PROVOCAR DESDE MENINA.VALQUIRIA COM 13 ANOS JA NAMORAVA MARCOS UM GAROTO DA MESMA IDADE.TRES ANOS MAIS TARDE TIVEMOS
O FALECIMENTO DE UM CONHECIDO, E NO VELORIO FOI QUE SEM INTENÇÃO ME VI AS 2 HRS. DA MADRUGADA SOZINHO COM VALQUIRIA DENTRO DE UM CARRO NO ESTACIONAMEN-
TO DE UM CEMITERIO, VALQUIRIA AGORA COM 16 ANOS LINDA NÃO PUDE DEIXAR DE ELOGIAR SUA BELEZA E FUI CORRESPONDIDO COM UM SORRISO. PARTI PRA CIMA E PUDE SENTIR O GOSTO DAQUELA BOCA QUE EU TANTO DESEJAVA ,MINHAS MÃOS PERCORRIAM TODO AQUELE CORPO E QUANDO ENFIEI A MÃO POR BAIXO DO VESTIDO TOQUEI AQUELA BUCETINHA JA TODA MELADINHA DE TESÃO PUXEI A ALÇA DO VESTIDO E AQUELE PEITO PULOU PRA FORA DURINHO,LINDO E CAI DE BOCA MAMANDO AQUELA TETA COMO UM BEBE ESFOMEADO,TIVEMOS ESSE MOMENTO DE DOCE LOUCURA INTERROMPIDO POR ALGUEM QUE NOS CHAMAVA PARA IRMOS EMBORA. DEPOIS DESSE DIA NOSSOS OLHARES SEMPRE SE CRUZAVAM MAS NÃO TROCAVAMOS UMA PALAVRA SOBRE O ACONTECIDO. OS ANOS FORAM SE PASSANDO ME CASEI E FUI MORAR EM UMA CIDADE DO INTERIOR BEM PROXIMA DE SÃO PAULO E SO VIA VALQUIRIA NAS FESTA DE FIM DE ANO, ELA CASARA-SE COM MARCOS O NAMORADINHO DA INFACIA. FESTINHA DE ANIVERSARIO DE UM DE MEUS FILHO TODA FAMILIA REUNIDA E O CASAL MARCOS E VALQUIRIA
VIERAM TRAZER SEU FILHINHO , ADORARAM O LUGAR TANTO QUE CERCA DE 90 DIAS MARCOS HAVIA COMPRADO CASA NO MEMSO BAIRRO E MINHA SURPRESA FOI AINDA MAIOR QUAND
O DESCOBRI QUE IRIAMOS SER VIZINHO MORANDO NA MESMA RUA, PASSAMOS A NOS VER COM FREQUENCIA TODOS OS FINAIS DE SEMANA CHURRACO, ANIVERSARIO CAFEZINHO,
ATE QUE MNE TORNEI CUMPADRE A AMIZADE DOS CASAIS ERA PERFEITA , O ENTROZAMENTO DE VALQUIRIA E CAMILA (MINHA ESPOSA ) ERA PERFEITO, AMIGAS PRA TODA OBRA.
FOI QUANDO CERTO DIA MARCOS TEVE UMA CRISE E FUI ACOMPANHA-LOS ATE O HOSPITAL, MINHA ESPOSA TINHA FICADO COM AS CRIANÇAS EU VALQUIRIA E MARCOS A CAMINHO DO HOSPITAL, LA CHEGANDO MARCOS FOI LOGO ATENDIDO.
EU ESTAVA DEPOIS DE ANOS NOVAMENTE SOZINHO COM AQUELA MULHER, CONVIDEI PARA TOMAR CAFE E RODANDO OS CORREDORES VI UMA PLACA FECHADO PARA REFORMA , MEU PENSAMENTO FOI COMO GOSTARIA DE LEVA-LA PARA LA MAS DEVO TER PENSADO ALTO POIS ELA ME DISSE E O QUE FARIA COMIGO? PEGUEI EM SUA MÃO E FUI EM DIREÇÃO A SALA, ABRI A PORTA E ENTREAMOS O LUGAR TODO BAGUÇADO REFORMA MESMO, FUI BEIJA LA ELA ME EMPURROU E SEM FALAR UMA PALAVRA SE QUER SE AJUELHOU ABRIU MINHA CALÇA PUXOU MEU PAU E ABOCANHOU COM UMA SEDE QUE EU NÃO IMAGINAVA , ELA MAMAVA COMO UMA PROFISSIONAL, TENTEI TIRA LA DALI MAS ELA NÃO SAIU, FICOU MAMANDO E MAMANDO ATE QUE EU EXPLODICE TODO O MEU GOZO EM SUA BOCA , E ELA BEBEU TODO O MEU LEITE SEM DEIXAR UMA GOTA CAIR, GUARDOU O MEU PAU E PEDIU PARA SAIR, QUIZ FALAR E ELA SIMPLESMENTE DISSE VAMOS.
QUANDO SAIMOS DA SALA DEMOS DE CARA COM SEU MARIDO SENTADO EM UMA CADEIRA DE RODA E JA ATORDOADO PELOS MEDICAMENTOS CREIO. ELE PERGUNTOU O Q FAZIAMOS ALI?
ELA DISSE QUE HAVIAMOS NOS PERDIDO ENTRADO EM LUGAR ERRADO.
MARCOS FICOU INTERNADO. SAIMOS DALI E SEM TOCAR NO ASSUNTO ME DIRIGI DIRETO PRO PRIMEIRO MOTEL QUE VI,ELA NÃO FALOU NADA. ENTRAMOS, E JA NO QUARTO ELA FOI
TIRANDO A ROUPA E MOSTRANDO TODO AQUELE CORPO LINDO DESTA VEZ PECHEI-A PARA PERTO E BEIJEI AQUELA BOCA GOSTOSA E EM POUCOS MINUTOS ESTAVAMOS EM UM
69 DELICIOSO ONDE EU LAMBIA AQUELA BUCETA DE CIMA A BAIXO CHEGANDO NAQUELE CUZINHO QUE ERA O MAIS TESUDO QUE JA HAVIA VISTO, COLOQUEI ELA DEITADA E FUI PENETRANDO MEU PAU NA BUCETINHA QUE ERA PEQUENA MAIS LOGO PUDE VER QUE ERA MUITO PROFUNDA , SOCAVA MEU PAU ORA COM MUITA FORÇA ORA BEM LENTAMENTE E
ASSIM FICAMOS POR UNS 20 MINUTOS ATE QUE EU GOZASSE POIS ELA JA TINHA GOZADO VARIAS VEZES, CAI DE LADO E PEGUEI NO SONO SO ACORDANDO QUANDO SENTI MEU PAU SENDO SUGADO NOVAMENTE E ELA CHUPAVA MUITO E QUANDO MEU PAU JA ESTAVA EM PONTO DE BALA , ELA FICOU DE QUATRO CUSPIU EM SUA MÃO E PASSOU NO CUZINHO PRONTAMENTE ME LEVANTEI E ELA ME DISSE QUE NUNCA TINHA TIDO CORAGEM DE DAR PARA O MARCOS E QUE EU TOMASSE CUIDADO, NÃO FALEI NADA SO FUI COLOCANDO MEU PAU
NO RABINHO BEM DEVAGAR ELA GEMIA DE DOR OU PRAZER QUANDO A CABEÇA PASSOU ELA DEU UM GRITO E SUSPIROU NÃO AGUENTEI MAIS E FUI EMPURRANDO ATE QUE ENTROU INTEIRINHO, COMECEI O VAI E VEM E NÃO DEMOROU MUITO ENCHI O CUZINHO DELA DE PORRA. TOMAMOS UM BANHO E SEM FALAR NADA SAIMOS, CHEGANDO EM CASA ELA PEGOU SEUS FILHOS E FOI PRA CASA.

*Fonte:contos.galinha.com.br

Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia…
2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão…
cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão.
A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.
Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento?
Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky:
– Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens… ao que respondi:
– Isso passa, foi só uma briga de casal…
– só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ?
Quando houvi isso, meu sangue gelou… aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar…
A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática… fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida… tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso… ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: – isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem!
Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela… efeito do álcool hehehe!)
Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso!
Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente… tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela… abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia… meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: – Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca… nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa… 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: – Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava… me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros… livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo…
Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha… louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude… pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha… chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua… com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado… me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta … o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela… o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência… aí ouvi ela sussurrar baixinho: – to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía… eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus…
Adormecemos assim…

No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás.
Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!!
Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: – cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica!
Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso… levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu… o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas…
Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse:
– se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo que pude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada…, algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas… eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas… ficamos abraçados um tempo… com versamos um pouco e depois fomos tomar banho…
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!!
Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!

Isso aconteceu na semana passada, e até agora to esperando uma nova oportunidade de te-la de novo !!!

*Fonte: contos.galinhas.com.br

EU DEIXEI 2

Publicado: janeiro 12, 2013 em Contos eróticos, Gays

Olá, meu nome é Artur e eu vou continuar a história que eu comecei no outro conto (\”Eu deixei\”) onde eu escrevi sobre como meu amigo Paulo me convenceu a deixá-lo fazer certas \”brincadeiras\” com o meu bumbum, até mesmo a me encoxar sem roupa (mas sem penetração) e como nosso amigo Pedro também se interessou pela minha bundinha. Como eu disse, no final daquele conto, uma vez nosso amigo Pedro foi comigo à casa de Paulo, e lá os dois me encoxaram sem roupa, e depois disso quando fomos todos jogar video game, eu ficava sempre sentado no colo do vencedor. Então a partir desse dia, sempre que eu estava na casa de Paulo, eu estava sentado no colo dele, ou de Pedro nos dias em que ele também ia com a gente. Agora sempre que nós íamos nos sentar, eu ficava no colo de alguém. Pedro adorou me encoxar, bolinar minha bunda e me botar sentado no colo dele, então ele passou a ir mais vezes na casa de Paulo, porque eu estava lá quase todo dia. Várias vezes a gente ia direto depois do colégio e almoçava lá mesmo. Quando eu sabia que eu ia direto do colégio pra lá, eu já ia sem cueca por baixo do uniforme, porque Paulo me pediu pra ir sempre sem cueca na casa dele. Eles sempre me agarravam e passavam a mão em mim no elevador, quando a gente chegava no apartamento eles iam me bolinando até chegar no quarto, e lá no quarto eles sempre queriam me encoxar sem roupa. Só depois que eles gozassem e estivessem satisfeitos é que íamos fazer os deveres de casa. Isso já estava acontecendo tantas vezes e eu já estava tão acostumado que quando a gente chegava no quarto, eles nem pecisavam mais pedir, eu já tirava a roupa e deitava de bruços na cama. No início eu só me masturbava ao mesmo tempo se estivesse vendo aquela revista de mulher pelada, mas depois de algum tempo eu enjoei daquela revista e comecei a me masturbar sempre. Num desses dias em que Pedro também foi à casa de Paulo, nós fizemos tudo isso como já era normal (e mesmo quando Pedro não ia eu fazia só com Paulo), eles sujaram minha bunda e minhas costas de esperma como sempre, e quando já estavam satisfeitos foram brincar de video game porque não tínhamos dever de casa naquele dia. Eu digo que só eles ficavam satisfeitos porque apesar de eu me masturbar enquanto eles me encoxavam, eu fui educado pela minha mãe (meus pais são separados) para achar aquilo errado, e eu não gostava de ser tratado como \”bicha\” e só deixava eles fazerem aquilo comigo por amizade. Mas continuando, quando eles acabaram, nós fomos brincar de video game e fizemos aquilo de sempre: eu ficava sentado no colo do vencedor. Jogamos bastante tempo e cada vez eles jogavam melhor pra poderem ficar mais tempo comigo no colo deles. Mas começamos a enjoar do jogo, e resolvemos parar de jogar. Ligamos a TV e procuramos desenhos para assistir. Eu continuava sentado no colo de Paulo, porque ele não perdia no video game há muito tempo. Assim ficamos conversando e vendo TV, até que o Pedro falou pro Paulo: \”Agora é a minha vez de botar ele no me colo\”. Paulo respondeu: \”Não, isso só estava valendo na hora do video game, agora o Artur fica no meu colo porque estamos na minha casa\”. Eu não disse nada, porque eu achei que como eu estava na casa dele, eu tinha que obedecer, e além disso, eu já estava mais acostumado com o Paulo, que foi quem me convenceu a fazer esse tipo de coisa. Então eu continuei no colo de Paulo, ele me segurando pela cintura e o pênis duro dele cutucando meu bumbum. Mas eu vi que Pedro estava excitado, e estava querendo alguma coisa também. Então Pedro pegou minha mão e falou pra mim: \”Artur, segura no meu pau\” e levou minha mão até seu pau por cima da cueca (porque eles ficavam sempre só de cueca e eu ficava pelado). Eu segurei com um pouco de medo, mas depois eu pensei bem e me lembrei que eu já estava acostumado a sentir o pênis deles dois na minha bundinha (mesmo que não enfiassem no meu cú) então relaxei e fiquei acariciando o pau dele. Ele ficou bem excitado, e quando o pau dele endureceu muito, ele teve que tirar de dentro da cueca. Era a primeira vez que eu segurava o pau de outro garoto, e é claro que eu achei que era uma coisa errada, mas não me importei muito. Então o Pedro pediu pra eu bater uma punheta pra ele. Eu fiquei batendo uma pra ele, e nessa hora, ninguém mais estava vendo os desenhos. O Paulo gritou: \”Andressa!\” Andressa era empregada dele, que já tinha visto muitas vezes aquelas sacanagens nossas, mas ela nunca falava nada e fingia que nem via. Eu tinha tesão por ela por que ela era gostosona, mas não queria que ela me visse assim, sendo feito de \”bichinha\”. Mas o Paulo não sabia disso e ele estava com vontade de me exibir, então ele chamou de novo e a Andressa veio. Ela ficou parada na porta e me viu lá, sentado no colo de Paulo e batendo uma punheta pra Pedro. Então o Paulo disse pra ela: \”Faz um lanche pra gente\”. Ela fingiu que não tinha visto nada de diferente e voltou pra cozinha. Só demorou um pouquinho e Pedro gozou esporrando na minha mão. Eu disse pro Paulo que ia me levantar do colo dele pra lavar a mão no banheiro. Quando eu voltei pro quarto o Paulo me disse que também ia querer que eu batesse uma punheta pra ele. Então eu sentei no colo do Pedro, eu mesmo abaixei a cueca do Paulo e comecei a bater pra ele. O pau dele era maior que o do Pedro e mais grosso também. Enquanto eu batia, eu olhava pro pau dele, e comecei a achar bonito, com aquela cabeçona inchada. Enquanto isso eu estava sentado no colo do Pedro, mas ele não ficava quieto que nem o Paulo, ele se mexia muito e ficava esfregando o pau dele no meu bumbum com força. Mais um pouquinho e Paulo esporrou na minha mão. Eu me levantei e fui lavar no banheiro. Quando voltei pro quarto, a Andressa já tinha levado o lanche pra lá, e nessa hora foi a única que eu não sentei no colo de ninguém. Quando nós acabamos, o Paulo me botou sentado no colo dele de novo e chamou Andressa pra buscar a bandeja. O resto do dia nós passamos assim, assitindo TV. Quando deu 6 horas eu o Pedro nos levantamos pra ir embora antes da mãe do Paulo chegar. No elevador o Pedro pediu pra eu arriar o short pra me encoxar sem roupa. Eu disse que não porque senão não ia poder me limpar, mas disse pra ele parar o elevador com o botão de emergência e eu ia deixar ele me bolinar. Ele parou o elevador e apagou a luz e ficou lá bolinando minha bunda e se esfregando em mim. Mas a gente teve que parar rápido pra não ficar prendendo o elevador muito tempo. No dia seguinte, eu ia com certeza pra casa do Paulo e o Pedro falou que também ia, e eu vi os dois no colégio falando baixo alguma coisa sobre mim. Saímos da escola, e tudo foi igual o dia anterior: me bolinaram no elevador, me bolinaram no caminho até o quarto e quando eu cheguei lá, tirei a roupa e me deitei de bruços na cama. Eu já estava esperando alguém encaixar a pica na minha bunda, mas o Paulo pediu pra eu levantar. Eu não entendi o que estava acontecendo e vi o Pedro procurando alguma coisa na mochila. Ele tirou de dentro da mochila um conjunto de calcinha e soutien branco que ele falou que era da irmã dele e pediu pra eu vestir. Eu falei que não queria, mas eles me pediam com educação, não me forçavam a fazer nada e eles pediram tanto que eu aceitei. Primeiro eu vesti a calcinha, e quando puxei até em cima, meu pau ficou pra fora, então o Pedro mesmo pegou meu pau e botou pra baixo pra calcinha segurar. Depois o Paulo veio atrás de mim pra puxar a calcinha pra cima, pra ela ficar mais enfiada. A calcinha era bem pequena, das que têm a parte de trás menor que a parte de frente, mas sem ser fio-dental e tinha uns babados na cintura. Depois eu vesti o soutien, enfiei os braços pelas alças e aí o Paulo prendeu o fecho. Ele combinava com a calcinha, era branquinho e tinha um rendado de flores. Eles falaram que eu estava muito \”bonita\” e \”gostosa\”, mas eu não estava gostando muito. Então o Paulo me levou no quarto da mãe dele que tinha um espelho que ocupava a parede inteira pra eu me olhar. Quando eu me vi, eu me achei muito sexy, e acabei sorrindo. Eles me viram sorrindo e disseram que sabiam que eu ia gostar. Então o Paulo veio por trás de mim e me abraçou, e pela primeira vez ele beijou minha nuca. O Pedro se encostou na minha frente puxou minha cabeça com as duas mão e me beijou na boca! Acho que eles já tinham vontade de me beijar, mas só tiveram coragem agora que eu estava vestido de mulher. Eu nunca tinha beijado ninguém e agora estava beijando pela primeira vez, e um garoto! Eu estava adorando porque agora eles não estavam só fazendo sacanagem, eles estavam sendo carinhosos. Nós ficamos abraçados assim, com o Paulo atrás de mim beijando minha nuca e sarrando minha bunda e o Pedro na frente me beijando. Então paramos um pouco e eles falaram pra eu me deitar na cama. Eu estava tão feliz que deitei na hora. Eles dois vieram e se deitaram um de cada lado, abaixaram as alças do soutien e ficaram chupando meus peitos! Eu estava adorando e fiquei muito excitado. Depois que eles chuparam meus peitos bastante, eles dois botaram o pau pra fora, e pediram pra eu chupar. Eu nunca tinha feito isso, mas naquela hora eu ia fazer qualquer coisa que eles pedissem. Eu me levantei e tentei parecer o mais feminina possível, pedi pra eles se sentarem na beira da cama, me ajoelhei na frente deles e segurei o pau dos dois. Comecei a chupar o do Paulo e enquanto isso punhetava o Pedro, depois troquei algumas vezes e depois tentei chupar os dois ao mesmo tempo. Eles gozaram na minha boca e eu bebi tudo sem eles pedirem. Naquele dia ficamos só nisso, mas foi o melhor dia de todos. Eu passei o dia todo sentado no colo deles como sempre, mas agora eu ficava abraçado com eles, e eles me beijavam no peito, na boca, nas coxas. Quando eu e o Pedro íamos embora eu ia tirar a lingerie, mas ele pediu pra eu não tirar, pra eu vestir o uniforme por cima. Eu fiz como ele pediu, e no elevador ele me deu um amasso incrível, me beijando muito e apertando minha bunda. No dia seguinte eu fui pro colégio vestindo a calcinha, e quando fomos pra casa do Paulo, o Pedro estava muito carinhoso comigo. Quando chegamos eu peguei o soutien de dentro da mochila e falei que ia vestir também. Eu vesti o soutien, o Paulo abotoou o fecho e eu tirei o short do colégio ficando só de lingerie. Eu já estava \”pronta\” e com muita vontade de dar uns amassos com eles. Mas aí o Pedro falou que conseguiu pegar uma saia de colégio da irmã dele. Ele pegou na mochila e me entregou a sainha plissada. Eu vesti a sainha azul, e perguntei se ele não tinha trazido uma blusa. Ele disse que não mas disse pra eu vestir a minha camisa do uniforme e dar um nó na cintura pra ficar com a barriga de fora. Eu fiz isso e fiquei encantada comigo mesmo, mas estava descalça. Aí o Paulo pegou um par de tamanquinhos da mãe dele e me deu. Eu calcei e fiquei parecendo uma colegial putinha. Eles falaram que iam me chamar de Bruna. Então a gente se abraçou que nem a gente tinha feito antes, o Paulo por trás e o Pedro pela frente, e começamos a dar uns malhos. De vez enquando eles passavam a mão no meio da minhas pernas e falavam que era minha \”xoxota inchada\”. Aí, eles pediram pra eu deitar na cama. Eu deitei de peito pra cima, pensando que eles iam lamber meus peitos, mas aí eles pediram pra eu ficar de quatro. Eu fiquei de quatro, aí eles colocaram a mão dentro da minha saia e tiraram minha calcinha. Me deixaram toda vestidinha, mas sem calcinha, aí levantaram a sainha e começaram a beijar meu bumbum. De repente eu senti uma língua entrando no meu rego e lambendo meu cuzinho. Eu adorei. Depois senti a outra língua enquanto a primeira lambia minhas nádegas. Eu estava quase indo às nuvens quando o Paulo falou: \”Bruninha, isso vai doer um pouco, mas agüenta tá bom?\” Eu olhei pra trás e vi ele arriando a cueca. Ele chegou atrás de mim e encostou na minha bunda. Então em vez de só encaixar no rego, ele começou a forçar no meu cuzinho. Eu comecei a gemer alto, mas o Pedro veio pra perto de mim e me beijou e fez carinho em mim. Então o Paulo foi metendo toda a pica dele, até o fim. Quando eles viram que eu me acostumei, Pedro botou o pau dele na minha boca e Paulo começou a socar o pau em mim. Quando meu cuzinho acostumou eu comecei a achar delicioso e então eu chupei o pau de Pedro apaixonadamente. Depois de bastante tempo, eles trocaram de posição e eu passei a chupar o Paulo e dar o cuzinho pro Pedro. Eles ficaram nessa posição até o final, e eu já estava bem acostumado e quase não sentia mais dor (só doeu quando eles trocaram as posições) até que Pedro gozou no meu cuzinho e um pouco depois Paulo gozou na minha boca. Enquanto o Paulo não gozava e o Pedro já tinha gozado, ele bateu uma punhetinha pra mim e eu gozei bem rápido porque dando o cú fica mais fácil de gozar. Eu fiquei muito feliz porque ele se lembrou de me dar prazer também. Quando a gente acabou, eles me ajudaram a lavar meu cuzinho, e depois eu vesti a calcinha de novo e fiquei o dia inteiro abraçada com eles e no colo deles. Isso se repetiu mais algumas vezes, eu sempre vestidinha de colegial e eles me comeram em várias posições: de quatro, frango assado, cavalgando de frente, cavalgando de costas, de ladinho e eu acabei virando a \”namoradinha\” deles. Um beijo pra vocês, espero que tenham gostado.

*Fonte: contos.galinhas.com.br