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Eu e meu cachorro Tobby

Publicado: fevereiro 17, 2013 em Contos eróticos, Zoofilia

Oi Venus, meu nome é Marlene, tenho 47 anos e estou gostando muito de acompanhar seu blog, na verdade eu descobri por acaso no site de busca,  parabéns e continue sempre postanto.

Bem, depois de ler o conteúdo postado na categoria zoofilia, decidi deixar meu relato também, não sei se vai ser do seu interesse, mas sinta-se a vontade se quiser publica-lo! Vamos a ele.

Sou uma dona de casa. Morena, 47 anos, estatura mediana, bumbum e seios médios, olhos claros, sou casada a 22 anos, e não tivemos filhos, meu marido trabalha como representante comercial em uma empresa de alimentos, por isso está sempre viajando. Na verdade sempre foi assim, porem dos últimos anos para cá, com o aumento da concorrência, ele chega a passar dias  fora de casa, e eu me sinto muito sozinha.

Há uns 2 anos atrás meu marido foi fazer uma viagem aqui na nossa região mesmo, porém já era bem tarde, quando ele ligou dizendo que um dos colegas da empresa tinha tido um problema e ele em caráter de urgência estava no aeroporto a caminho de outro Estado para socorrer a empresa, aquilo me chateou muito, era nosso aniversário de casamento, comecei a gritar com ele pelo telefone, dizendo que ninguém viaja assim  de uma hora para outra, sem bagagem, sem avisar a família, enfim, foi o maior estresse que não adiantou de nada. Ele disse que ligaria no dia seguinte na hora do almoço.

Fiquei me sentindo péssima, eu havia feito um jantar especial, estava usando um lingerie muito bonita, tinha ido ao cabeleireiro, depilado completamente a xana , feito massagem,  tudo para agradar meu maridinho! Acabei  juntando aquele jantar delicioso e coloquei para nosso cachorro Tobby, um vira latas de porte médio que estava conoosco há sete anos,  meu marido  trouxe para casa quando este ainda era um filhote.

Assisti um pouco de Tv, tirei a lingerie, fiquei completamente nua e fui deitar, passado umas 2 horas, o Tobby começou a grunhir, raramente o cachorro se comportava desse jeito, vesti um roupão correndo e acendi as luzes e fui ver o que passava, mas o Tobby estava simplesmente deitado na porta chorando para entrar, isso me comoveu porque eu estava me sentindo tão desamparada, que acho que meu amiguinho tinha percebido a minha frustração, coloquei ele pra dentro, apaguei as luzes e voltei pro quarto. O Tobby foi atrás e subiu na cama, eu pensei em brigar com ele porque meu marido não gosta de animais na cama, mas deixei o Tobby meio que de propósito!

Passado uns 10 minutinhos, eu sinto o fucinho úmido do Tobby cheirando minha bunda, não sei como, mas ele estava  debaixo do lençol, fiquei bem quietinha para não espantá-lo, tirei o lençol, virei de barriga para cima, dobrei as pernas e fiquei esperando a reação dele. O Tobby veio me farejando até parar na minha xana depilada, ali ele ficou roçando com o fucinho, eu bem lentamente abri a xana com as mãos, e meu amiguinho começou a lamber da xana até o cuzinho, eu simplesmente fui à loucura com aquilo, abri bem as pernas, me oferecendo mesmo, até que ele começou a mamar no meu grelo que estava rígido, o dobro de tamanho, eu nunca tinha sentido tanto prazer, gemia baixinho com o cuidado de não assustar o Tobby, e deixei  que ele mamasse  a vontade,  gozei muito na boca do cachorro.  Adormeci.

Acordei pela manha, e o Tobby estava deitado no chão, nos pés da cama. Eu tive uma noite ótima, não poderia ter tido melhor companhia! Levantei fui tomar um banho, e com o corpo meio úmido resolvi voltar para cama. O Tobby  pulou em cima da cama, e veio procurar a tetinha deliciosa da cadelinha dele, abri bem as pernas, e deixei que meu amiguinho mamasse meu grelo novamente com gosto, agora eu não me continha, arregaçava a xana e gruinha igual uma cadela, gozei três vezes na boca do Tobby que bebeu todo o leitinho, depois fiquei completamente largada esperando que o Tobby mamasse o quanto quisesse.

Hora do almoço, o maridão ligou, disse para não me preocupar que em 2 dias ou menos estaria de volta, mais uma decepção, só que agora minha  cabeça estava a mil, imaginando eu  e meu cachorrinho na cama. Assim que desliguei o telefone tratei logo de ligar a um pet shop e marcar um belo banho pro Tobby, com direito a higienização da boca e dos seus caninos, retornamos pra casa e no caminho eu decidi que só iria dar leitinho pro Tobby na cama, meu medo era de ficar numa situação complicada, se na frente de outras pessoas o Tobby quisesse mamar. Em casa, deixei meu amiguinho preso a coleira para que não se sujasse, e fui cuidar dos afazeres domésticos, ele ficou comportadinho, vezes ou outra eu ia até seu canto me certificar de que estava tudo bem, a tardezinha o Tobby começou a choramingar, ouvindo aquilo fui ficando  com a xana  molhada, desejando a boca do cachorro, então tirei toda a roupa, soltei o Tobby, fui direto pra cama, deitei e escancarei a xana, e em seguida o Tobby abocanhou meu grelo em mamadas frenéticas, eu gemia igual uma cadela, fazia movimentos de vai e vem na boca do cachorro que não soltava meu grelo, gozei insandecidamente de novo, e deixei que meu cachorro se fartasse do meu leitinho, dormimos assim até de madrugada, quando eu acordei com o Tobby chorando para ir para fora. Levantamos e  fiquei observando  meu cachorrinho comer a ração, e beber água, depois ele deitou aos meus pés e eu vi a ponta do seu cacete saindo pra fora … Abaixei e comecei a acariciar sua barriga, ele deu uma esticada, e mais um pouco do cacete saiu para fora, passei a mão nos seus  ovos, senti o cacete saindo um pouco mais, daí não me contive, comecei a bater uma pro Tobby, aquilo foi fantástico, o cachorro ficou imóvel e toda sua pica úmida em minhas mãos, eu comecei com movimentos suaves de vai e vem, depois fui intensificando, abaixei mais a mão e peguei bem no talo daquela pica canina, de repente comecei a sentir algo inchando nas minhas mãos, relaxei as mãos um pouco e era o nó do cacete do Tobby a ponto de explodir, continuei punhetando gostoso, até que o Tobby teve uns espasmos e gozou  na minha mão! Eu estava completamente tremula de tesão e surpresa, fui tomar um banho pra me livrar da porra do Tobby .

Dia seguinte acordei cedinho  com o telefone tocando, meu marido estava a caminho, deixei o Tobby na coleira, e tive que pensar numa maneira de esconder minha satisfação, tentei agir o mais natural possível, meu marido chegou, e fomos direto para a cama, fudemos muito, eu adorava quando ele me pegava de quatro feito uma cadela, de repente pensei na minha safadeza com o Tobby e gozei intensamente no pau do meu marido.

Ele me questionou porque o Tobby estava na coleira, eu disse que ele estava tentando entrar em casa, eu não queria, enfim foram dois dias que eu tive meu maridinho só pra mim,   em compensação  a noite o Tobby chorava querendo entrar e meu marido ralhava com ele.  Eu evitava a proximidade com o cachorro na frente do meu marido por medo do cachorro insinuar alguma coisa, passado o fim de semana, meu marido voltou à rotina, sair cedinho e só voltar a noitinha, levantei e soltei a coleira do Tobby que foi  correndo para a cama, e lá ficou gruindo desesperadamente, eu pensei em tomar um banho pra tirar a porra do meu marido que começava a escorrer pelas minhas pernas, mas o Tobby estava tão impaciente que voltei para cama assim mesmo, mal deitei e meu cachorro começou a lamber a porra que escorria da minha xana,  assim que abri as pernas, ele abocanhou meu grelo,  de tanta felicidade alternava a longa  lingua  no meu cuzinho e xana, depois se fixava no meu grelo e mamava  deliciosamente, eu ia a loucura.

RECORDANDO…

Publicado: janeiro 12, 2013 em Contos eróticos, Zoofilia

Essa história é uma daquelas que te marcam e você leva pra vida toda. Vou me apresentar, meu nome é Marco Aurélio (nome fictício), sou casado, 42 anos, tenho 3 filhos, trabalho com vendas, e atualmente morando em BH enfim, sou um cara normal. Essa história aconteceu quando eu era um molecote ainda, e vivia com meus pais no interior, cidade pequena já viu, todo mundo participa da vida de todo mundo, tenta se ajudar um ao outro, e eu diria que existe até mais solidariedade!
Eu lembro que tínhamos uma vizinha, a dona Olga que ficou viúva de repente, ela era uma senhora muito bonita, cinturinha fina, quadril largo, coxas grossas, cabelo na cintura, muito bonita mesmo, ela não tinha filhos, e passou a viver sozinha, somente ela e um cachorro filhote, que apareceu lá na rua, e ela pegou pra criar. Passaram alguns anos e dona Olga não se casou, continuou vivendo somente ela e o cachorro. Certa vez o cachorro saiu para passear sozinho e não voltou, a mulher entrou em desespero, foi até minha casa pedir ao meu pai que organizasse uma busca junto com meus irmãos para trazer de volta o cachorro. Meu pai imediatamente chamou todos os vizinhos e saímos pelo bairro, e bairros vizinhos. Nesse dia lembro que começamos a procurar a tarde e só paramos a noitinha, mas nada do cachorro. No outro dia pela manha saiu mais um grupo e nada do animal. Ficamos procurando por uns três dias e nada, até que desistimos. Foi uma pena, mais não tinha mais onde procurar. Depois disso eu vi a senhora igual um zumbi pela rua umas duas vezes ainda chamando pelo cachorro. A coitadinha parecia mesmo inconformada, ela passava e a molecada até parava de jogar bola pra admirar o traseiro dela. Passado mais alguns dias ninguém falava mais no cachorro, minha mãe mandou eu ir até a casa saber como a coitada estava. Fui chamei, chamei mais nada, daí pensei comigo: Será que a pobrezinha saiu pra procurar o cachorro? Como não queria preocupar minha mãe nem falei nada, voltei pra casa, e disse que estava tudo bem por lá! Dia seguinte resolvi fazer a visita por conta, fui no mesmo horário e nada! No outro dia resolvi ir mais cedo, pela tardinha, eu estava chegando e dona Olga saindo, resolvi ir atrás, nem sei o que me passou pela cabeça!
Andamos uns três bairros, e vi quando dona Olga entrou num casebre abandonado, dei a volta, pulei o muro e entrei por trás, ouvi uns gruídos de cachorro vindo de dentro da casa, os gruídos estavam fortes, depois ficou tudo quieto, daí foi a vez de ouvir dona Olga gemendo, choramingando, uns barulhos estranhos, depois o cachorro voltou a choramingar, e sinceramente aquilo foi me enchendo de tesão, procurei desesperado alguma brecha, e por sorte a porta do fundo estava aberta, entrei e vi dona Olga engatada no cachorro, eu não acreditei naquilo que estava vendo, fiquei bem quieto e comecei a ligar uma coisa com a outra, por certo nesses anos todos a vadia trepava com o cachorro, por isso o desespero quando o bicho sumiu, ela devia ter encontrado ele vivendo naquele casebre e decidiu não desamparar o bichinho, pior que quanto mais eu olhava a cena, mais sentia o pau ficar duro a ponto de explodir, não deu outra, tirei o pinto pra fora, entrei no quarto onde dona Olga estava de quatro engatada com o cachorro, ela ainda me olhou com cara de surpresa, mas não podia fugir porque sabia que podia ser pior, soquei o pinto na boca da cadela que resistiu no começo, mas eu tomado por uma fúria muito grande, segurei pela cabeça da mulher e comecei a fuder aquela boca como se fosse uma bucetinha, socava e tirava, socava e tirava, eu já estava quase gozando na boca dela, mas daí o cachorro tirou o cacetão de dentro, gigantesco, esperei ele lamber o cu arrombado e falei que queria na buceta . Que delicia de bucetona, toda melada de gozo, quentinha, carnuda, eu segurei pelas ancas da safada e socava sem dó, olhava pro cu arregaçado e ainda escorrendo porra do outro macho, me dava mais tesão ainda, pedi pra vadia se comportar e rebolar no meu pau, ela gemia baixinho e rebolava gostoso, o cachorro deitou ao nosso lado e parecia que estava gostando de ver eu fuder a cadela sem vergonha! Eu nunca tinha estado com uma mulher antes, gozei tanto que pensei que ia desfalecer, de repente veio o cachorro querendo montar de novo, ele lambeu o que sobrou da minha porra e meteu no cu da vadia mais uma vez, fiquei de lado acompanhando tudo, vi quando o cachorro enfiou o nó e engatou, a cadela vadia parecia que estava acostumada com o serviço, relaxava o cú e ficava curtindo, gemendo baixinho. Meu pinto estava duro de novo, meti na boca dela e comecei a fuder sem dó.
Nem é preciso dizer que esse se tornou nosso segredinho! A molecada da rua continuava pagando o maior pau pro traseiro da cadela vadia, mal sabia eles como aquele cú era especial.
Vivi por um bom tempo outras aventuras com a minha vizinha dona Olga, mas isso eu conto depois. Abs

Essa historia que vou contar aconteceu com uma amiga minha, e acabei me envolvendo também, desde a infância sempre fomos muito próximos, nossos pais freqüentavam a casa um do outro, e assim fomos crescendo juntos, e estreitando os laços de intimidade. Minha amiga tinha uma cachorra vira latas de porte médio que a acompanhava para onde ela fosse, as vezes era até estranho porque a cachorra tinha um ciúmes tão grande que chegava a avançar nas pessoas se chegássemos muito próximos da Andressa. Nesse dia fui eu e minha mãe na casa da Andressa, e chegando lá como eu já conhecia bem a casa, a mãe dela disse para eu ir até o quarto que a Andressa estava La vendo TV, como a TV estava muito alta, eu nem bati e fui entrando… Assim que a porta abriu eu vi a Andressa em cima da cama sentada na cachorra poli, que estava com a barriguinha pra cima e a língua na buceta da Andressa.

Eu entrei e fechei a porta rapidinho, e as duas nem perceberam minha entrada, então me aproximei e vi nitidamente que a minha amiga estava com dois dedos dentro da xana da cachorra, enquanto a “coitada” rebolava e socava a língua e o fucinho na buceta da Andressa. Fiquei bem quieto olhando, Andressa mordia os lábios vermelhos e enfia quase todo o dedo dentro da cachorra, eu estava vendo a hora dela cair de boca na xana carnuda da cachorra. Assim que percebeu minha presença, Andressa continuou, rindo e rebolando no focinho da cachorra, disse que eu tinha descoberto seu segredo.

Assim que gozou umas duas, três vezes na boca da cachorra, Andressa saiu de cima, e a safadinha da cachorra continuava imóvel de pernas arreganhadas e a xana arrombada! Andressa foi tomar banho, e eu fiquei na porta do banheiro esperando, depois veio as perguntas! Eu nunca tinha visto ou ouvido falar em zoofilia e queria saber como aquilo era possível, Andressa me contou tudo desde o começo, disse que assim que a cachorrinha poli apareceu em sua casa ainda muito pequena, ela passou a observar e estranhar o comportamento da cachorra, principalmente sua xana que estava toda machucada e aberta, então certa vez dando banho na cachorra Andressa enfiou um dedo dentro da xana da cachorra que ficou imóvel, abanando o rabinho como se quisesse mais! Andressa então colocou o segundo dedo dentro da cachorra que parou de gruir e ficou curtindo. Minha amiga acabou matando a charada, algum marmanjo estava usando a xana da pobre cachorrinha, que tinha ficado viciada em pica.

Logo depois disso Andressa passou a dar banho sempre na cachorra e se agachando enfiava os dois dedos na xana da cachorra, certa vez segundo ela, aquilo lhe deu um puta tesão, e mesmo com medo, não teve duvidas e foi até a geladeira, pegou uma pasta de amendoim, voltou pro banheiro, rancou a calcinha, se melecou o Maximo que podia, e sentou de maneira que a cachorra ficava com a cara enfiada na bunda dela e ela livre pra socar os dedos na cachorra! Essa historia da Andressa me pareceu mirabolante e uma grande mentira, se eu mesmo não tivesse presenciado a foda das duas. Mas isso serviu para aumentar nossa intimidade, com o passar do tempo fui ficando envolvido pela situação, e logo punhetava ao lado da cama vendo as duas cachorras trepando. Eu já tinha uma pica grandinha, 16 cm ereto e duro feito um ferro, aquilo chegava a doer de tanto tesao, eu olhava para a bundinha branquinha da Andressa com o cu quase atolado no focinho da cachorra e ficava imaginando se qualquer dia ela não gostaria de sentar na minha pica! Certa vez não agüentando mais, corri até a geladeira e passei maionese na pica pra cachorra lamber, no inicio ela ralhou comigo e parecia interessada na Andressa, mas minha amiga enfiou o terceiro dedo, e a cachorra não se fez de rogada e abocanhou meu pau, aquilo ela mamava gostoso, no começo meio desajeitada com aquela longa língua passando nas minhas bolas e pela virilha, mas pouco tempo depois, a cachorra vadia mamava pica feito um bezerro.

Passaram alguns meses e aquela masturbação estava ficando sem graça, Andressa estava cada dia mais insuportável, mais ciumenta, e agora quando eu chegava em sua casa a cachorra estava presa no fundo da lavanderia, e Andressa dormindo! Era frustrante.

Numa tarde de sábado, ouvi minha mãe combinando com a mãe da Andressa lanchar no shopping, Andressa estava a uma semana na casa dos avós, e a “coitadinha” da poli sozinha, então me ofereci para ficar na casa dando banho e brincando um pouquinho com minha amiguinha. Minha mãe achou ótimo, pois não gostava de me deixar sozinho. Meu tesao já estava a mil, tive que colocar moleton largo pras duas não perceberem minha barraca armada kkkkkkkk

Sozinho na casa fui direto pra lavanderia e soltei a poli, ela pulava e me lambia, resolvi dar aquele trato na cachorra debaixo do chuveiro, mas para a minha surpresa a vadia deitava e arreganhava as pernas pra cima, fiquei lembrando de como a Andressa fazia e decidi que não ia ficar com a bunda na cara da cachorra não! Corri na geladeira e apelei para a maionese, mas a cachorra estava interessada era em levar pica no cu! Não teve jeito, peguei ela com força, virei o traseiro dela pra mim, puxei o rabo e soquei meus 16cm sem dó, a xana da cachorra era macia, quentinha, dava vontade de enfiar até as bolas, eu fiquei naquele vai e vem gostoso até esporrar a ultima gota na cachorra, depois que terminei ela abriu os olhos e começou a se lamber. Eu achei aquilo maravilhoso! A cachorra tinha tirado meu cabacinho! Eu estava doido, alucinado, meu pau permanecia ereto pronto pra outra, deixei a cachorra lamber um pouquinho de porra, mas como queria mais, virei o traseiro dela de novo, e soquei a pica naquela xana arrombada, enquanto eu metia perguntava se ela estava gostando de levar pica de verdade, chamava ela de arrombada, erguia o rabo dela pra ver minha pica entrar e sair, e foi quando vi aquele cuzinho apertadinho piscando, perfeitinho, com as preguinhas rosadas, não tive duvidas, peguei o creme de cabelo e lambuzei meu pau, a cachorra percebendo que eu estava doidão tentou fugir, mas a porta do banheiro estava trancada. Abaixei a tampa do vaso sanitário coloquei ela em cima, segurei firme pelo rabo e forcei a pica naquele cuzinho lindo, ela esperneou e tentou fugir, mas eu estava decidido a arrombar aquele cuzinho, então com uma Mao segurei no focinho dela, e comecei a bombear a entradinha do cuzinho, quando percebi que ela estava mais relaxada, empurrei com tudo, sentindo as pregas da cachorra abrirem uma a uma, ela ainda tentou me morder, mas eu estava firme segurando em seu traseiro e fiquei quietinho curtindo e esperando ela se acalmar. Que cuzinho apertadinho delicioso, comecei o vai e vem sem dó nem piedade, a vadia parecia que gostava, já tinha até fechado os olhos, eu bombava forte, e sentia que a qualquer momento ia explodir o cu da cachorra com tanta porra! Passado uns 30 minutos, resolvi tirar a pica e deixar ela descansar, aquilo escorria porra do cu pelas pernas da cachorra, acho que gozei umas 3 vezes sem tirar de dentro. Com certeza foi minha melhor foda!

Tomei um bom banho, lavei o cuzinho da cachorra que estava todo arregaçado, dei água e comida pra ela e a deixei solta, entrei e fui pro quarto da Andresa ver TV, uns 15 minutos depois a cachorra entrou no quarto e deitou no pé da cama, eu só olhei pra ela e senti o Thor dar sinal de vida de novo, não pensei duas vezes, segurei no traseiro da cachorra e atolei sem dó a pica naquele cuzinho arrombado, fiquei bombando ali mais uns 15 minutos, e ela quietinha esperando eu terminar meu serviço.

Quando minha mãe me chamou pra irmos pra casa, já era quase anoitinha, eu estava largado na cama e a cachorra deitada na minha barriga. Minha amizade com a Andressa nunca mais foi a mesma, mas mesmo assim sempre que eu tinha oportunidade ia até a casa dar um trato naquele cuzinho que era só meu! Fiquei fudendo a cachorra por mais 4 anos, mesmo namorando eu não perdia oportunidade de enrabar a cachorrinha vadia da minha amiga, a cachorra morreu, fiquei muito triste e por pouco não chorei! Andressa jurou nunca mais ter animal algum, e até o dia de hoje esta cumprindo a promessa.